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Guerra de Brinquedo – Como fazer exércitos em epóxi

Tentarei ser breve.
Como fazer um exército artesanal com epóxi, ferragens e tarecos comuns que se encontra em qualquer lugar :

Com uns dois pacotes de durepóxi, daqueles que por aqui custam 7 reais cada, você consegue fazer dois exércitos completos ( mais opcionais ) para jogar DE BELLIS ANTIQUITATIS ( DBA ) com seus amigos.
Que as figuras mais os textos imprecisos abaixo sejam auto-explicativos, pouca imaginação pois os exemplos estão na figura, e também muito pouca habilidade manual , mas um minimo de criatividade e a coisa toda vai funcionar.
A questão crucial de quantos tipos de unidades formar, o que são , para que servem, pincelo as dicas de como obter estas informações mais abaixo,

LISTA DE MATERIAIS :
2 pares de barras durepóxi
100 parafusos de latão bem pequenos
100 percevejos de latão
50 tachas de ferro
40 pregos pequenos
30 alfinetes
25 alfinetes longos ou arame, ou qqer coisa q sirva
superbond
Tintas acrilicas fosca de cores variadas ( decorfix é uma boa e barata marca )
folha de e.v.a. de 2mm de um tom de verde bom para parecer uma grama ou capim

ROTEIRO :
Veja as fotos para entender o processo e considere :
os parafusos são o corpo dos soldados, simplesmente envolva eles com pequenas porções de epóxi, as cabeças dos soldados são menores porções ainda, bolinhas deixadas conicas e assentadas na ponta do parafuso já envolto pela epoxi que lhes formou o corpinho.

depois aplique os percevejos para representarem os escudos, finalmente fixe os pregos na horizontal ao lado do corpo e do percevejo escudo ( uma pequenissima porção de epoxi e alguma torção e pressão no corpo de epoxi ainda mole basta para que os pregos fiquem firmemente fixados após o endurecimento da epóxi )
PRONTO! voce já tem um soldadinho completo, no caso muito bom para representar as unidades de SPEAR do DBA ( lanceiros )
4 destes bonequinhos são fixados sobre uma base de e.v.a. retangular de 40mm por   20mm e formarão uma unidade de lanceiros para qqer exército que o exija.

um parafuso se transforma num guerreiro com escudo e lança, note os cavalos saindo ali atrás a direita…

Auxiliares : pode substituir os pregos pelas tachas, fixas no corpo e levemente inclinadas, parecerão espadas, 3 deles por base representarão bem auxiliares, e 4 deles por base podem representar unidades de BLADE ( espadas, lâminas ) , que nos exércitos que pretendi nem usavam este tipo de unidade, somente auxiliares que são algo proximo mas menos poderosos.

Escaramuçadores : substitua os pregos por arame mais fino e menor ou alfinetes e seus lanceiros portarão ‘javelinos’ ( azagaias ou lanças leves de arremesso )

com tachinhas parecem espadas, pregos parecem lanças, fio de aço de ortodontia e menor comprimento parecem lanças de arremesso 

CAVALOS :  os cavalos tem um método para faze-los, bem como para os elefantes, faça só o corpo, quando estiver já bem firme mas ainda não totalmente seco, espete 4 tachas para as patas e uma para o pescoço, espere secar.
Depois de bem seco faça o pescoço e cabeça e deixe secar.
Cavalo pronto, faça um corpinho , desta vez no muque mesmo, moldando com os dedos grosseiramente sem usar parafuso como esqueleto, assente uma cabeça como para os soldados, conica, espete percevejos para fazer de escudo.
Cavalaria leve :  espete alfinetes finos e meio erguidos, representam as lanças de arremesso.
Cavalaria regular :  espete alfinetes ou arames mais grossos e deixe-os horizontais, como lança de cavalaria que carrega contra o inimigo
Cavalaria pesada : faça a mesma coisa acima mas com pregos dos lanceiros para representar as lanças pesadas dos KNIGHTS.
Carruagem de combate : moldei o corpo na mão, no instinto mesmo, para parecer bigas da antiguidade, um eixo de fio de aço de ortodontia e fiz rodas de e.v.a. 3mm para facilitar, mas use qqer coisa que quiser ou puder para representar rodas, fixe de algum modo dois cavalos na frente, e coloque um soldadinho na biga, com lança leve, pronto.
Elefantes : vai no instinto , no padrão dos cavalos, mas agora com corpanzil, e pode contornar as tachas das pernas para dar volume, bote uma cabeçona no pescoço e estique a tromba de forma artesanal.

veja o conjunto completo finalizado, esperando a pintura, eu prefiro fixar na base antes de pintar, mas os bons artistas fazem o contrário, note que aí tem tudo que precisa para montar sempre DOIS exercitos, escolhendo seus opcionais, e ainda da para montar tipos variados de exércitos compreendidos aproximadamente nos anos 300  antes de cristo mais ou menos  ( grosseiramente falando da época dos 300 de esparta ) 

PINTE ANTES OU DEPOIS, o que achar melhor, depois fixe nas BASES de e.v.a. verde.
Quais as dimensões destas bases conforme o tipo de tropas , quantas de cada tipo  são necessárias, e até o que são, para que servem, o que representam  estes tipos de tropa, bem  como jogar DBA , estão no MANUAL DE REGRAS .
pesquise na internet  DE BELLIS ANTIQUITATIS ( voce deve encontrar um manual 2.0 para baixar e um complemento 3.0 de atualização em algum lugar, existe um GUIA NÃO OFICIAL DBA que ensina a  jogar em detalhes, e uma página de aficcionados em DBA chamada FANATICUS.org que contém listas de exércitos de vários periodos históricos e nacionalidades  , se nada der certo me envie um e-mail que eu arranjo algum roteiro para voce )

Se intere da coisa, estude um pouco do que se trata, se você esta interessado no jogo ou no assunto devera ser divertido, é a única forma da coisa acontecer.

Eu escolhi a representação de exércitos de uma época especifica ali perto da guerra do peloponeso e do dominio de Alexandre o Grande , não é preciso fazer tantas peças como eu fiz, mas eu fiz de modo que posso por sempre DOIS exércitos para lutar ( cada um usa 12 bases ) de tipos variados de umas 6 ‘nacionalidades’ , por exemplo :
Espartanos
Atenienses
Macedônios
Persas Aquemênidas entre outros

e aqui o resultado final, com os exércitos completamente pintados, cores ao seu gosto, um pouco de bom senso, um metalico prateado ou cor de bronze metalico no topo da cabeça para representar elmos de bronze ou metal, não precisa pintar os percevejos nem as armas, e pronto, veja que o resultado final é bastante satisfatório, isto sobre uma mesa com um bom pano verde para fazer capim e algumas peças de cenários adequado, feitos também com e.v.a., e outras coisas que sua imaginação puder conceber, e ficara excelente e muito instigante e divertido de jogar…. 

 
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Publicado por em 13/05/2012 em Geral

 

Battleship: A Batalha dos Mares – Resenha

Independence Day + Transformers + Pearl Harbor  + Clichês = Battleship: A Batalhas dos Mares. Infelizmente o resultado da equação não ficou bom!
por Hugo Fernando 

Senhoras e Senhores. Olha só o que eu escrevi no dia sete de fevereiro de dois mil e doze:

Trailer Battleship - Este deve ser uma bomba gigante. “Transformers” no mar com a Rihanna.”

Dúvida? Clique aqui e confira!

Pois bem, infelizmente eu estava certo!

Em função do filme Hankock eu tinha uma pequena esperança que Peter Berg fosse conseguir tirar leite de pedra ao adaptar o jogo de tabuleiro Batalha Naval, da Hasbro, para a telona. Mas não deu!

O filme é um somatório de vulgaridades como eu nunca vi na minha vida.

Você começa assistir e a sensação de que já ter visto aquelas cenas te persegue pelas próximas duas horas. Está tudo lá: O militar indisciplinado que vai salvar tudo, o companheiro rival que vai ganhar respeito, a gostosa que não serve para nada, o nerd otário que supera o medo, o pai carrancudo, o personagem que será sacrificado para dar emoção, o personagem que vai se redimir, cenas em câmera lenta, o ufanismo exacerbado dos estadunidense, estes são apenas alguns dos esteriótipos que posso citar. Pode apostar, a maior quantidade de clichês por segundo está neste filme!

Assista o trailer e você terá uma ideia do que eu estou falando:

A história é a seguinte, identificaram um planeta com as mesmas características da terra, com isso, desenvolveram um sistema de comunicação e começaram a enviar mensagens para tentar contato. Conseguiram, porém o objetivo dos “visitantes” não é pacífico, os alienígenas chegam para destruir e conquistar! Enquanto isso, o Alex Hopper (Taylor Kitsch) é um rapaz problema, ele invadiu uma lanchonete e foi preso, para evitar que ficasse na cadeia, seu irmão Comandante Stone Hopper (Alexander Skarsgård) consegue que ele entre na Marinha,. No dia que foi preso, ele conheceu Sam (Brooklyn Decker), a filha do Almirante Shane (Liam Neeson), foi amor a primeira vista e ele prentede se casar com ela. Passa o tempo, Read the rest of this entry »

 
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Publicado por em 11/05/2012 em Cinema, Estréia

 

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Cenários Clássicos de RPG – Banestorm (GURPS)

Olá meus coleguinhas. Como vão? Espero que bem. Hoje falaremos de um cenário super interessante e vibrante do sistema GURPS da Steve Jackson Games. O GURPS, como muitos leitores sabem, pertence à uma geração no RPG que chamamos de “simulacionista”. Estes RPGs possuíam muitas regras e eram excessivamente rígidos no tocante à reprodução da realidade dentro do mundo de jogo. Muitos sistemas tentaram fazer um balanço de como alcançar esse ideal inatingível, mas nenhum ficou tão famoso nesta busca como o GURPS. Apesar da sua mecânica de jogo simples (para tudo no sistema se utiliza dados d6 e todos os testes de habilidade envolvem uma rolagem de 3d6 abaixo do valor de perícia), as regras que cercam o desenvolvimento de certas mecânicas, ás vezes nem diretamente ligadas ao personagem, podiam ser incrivelmente complexas (um exemplo? Vejam a criação de veículos no extinto Car Wars ou de robôs no também extinto Robots). Mas mesmo assim, foi considerado o sistema genérico mais popular desta geração até então.

Obviamente as pessoas que jogavam RPG até então não deixaram de jogar os clássicos, como o D&D. Como normalmente a porta de entrada no hobby eram os “dungeon crawler” de temática medieval fantástica, o GURPS  teria que oferecer a versão dele do que seria fantasia medieval para atender as pessoas que queriam conhecer o hobby através deste gênero. Essa resposta foi o Banestorm.

Banestorm fala do mundo de Yrth. Neste mundo existiam apenas três raças: os anões, os orcs e os elfos. As três raças tinham suas diferenças, mas os orcs sempre foram especialmente hostis aos elfos e sempre lideraram guerras especialmente cruéis contra eles. Como os elfos eram a mais ativamente mágica das três raças, decidiram criar um poderoso feitiço que banisse de vez estes odiados inimigos de seu mundo. Era um ritual longo e que usaria uma quantidade imensa de mana (a “gasolina” da magia) e após muita preparação a  magia seria liberada. Mas algo deu errado, e tudo explodiu, como uma bomba atômica mágica, e várias aldeias da região onde foi lançada a magia viraram pó em instantes. Outra consequência terrível foi a criação das “banestorms” que dão nome ao cenário. Estas tempestades magicas podiam atingir outros mundos (ou outras dimensões) e tinham como consequência o surgimento de criaturas dragadas de suas terras natais. Em alguns casos cidades ou um populações inteiras surgiriam em instantes. E assim foi com os humanos.

O problema é que as populações humanas que surgiram vieram diretamente da Alta Idade Medieval, e para complicar, das cruzadas. Numa certa região concentraram-se os europeus e na outra os meio-orientais. Estas foram as populações surgidas em sua maioria, mas também vieram asiáticos, africanos e nórdicos em “banestorms” subsequentes. Para engrossar o caldo, surgiram também goblins, hobgoblins, centauros, medusas, dragões, vampiros, lobisomens, enfim, todas as outras criaturas clássicas do RPG mais antigo de todos.

Apesar de tudo isso, o tema central do cenário é o conflito religioso dos humanos. E embora também exista o budismo, hinduísmo, judaísmo e, em algum nível, protestantismo, o foco é a Igreja Católica de Yrth vs. o Islã. Com isso, ele se diferencia do simples “dungeon crawling” e envolve os jogadores em questões mais complexas e conflitos mais viscerais (na verdade esse cenário é ótimo se o mestre quer ajudar os jogadores a sair do “arroz-e-feijão” dos cenários clássicos sem choca-los demais com a estética do jogo embora a temática mude bastante).

São as principais locações do cenário: Megalos (é a maior e mais poderosa nação de Yrth; se trata de um império cristão/católico dominado por humanos de estilo romanístico); Caithness (nação católica); Cardiel (anteriormente era a nação islâmica de Al-Kard, foi conquistada por Megalos mas declarou independência; é tolerante quanto à religião);  Araterre (é uma nação insular de catolicismo mais moderno que abriga uma “heresia” huguenote); Al-Wazif (nação islâmica sunita), Al-Haz (nação islâmica xiita);  The Nomad Lands (terras pagãs dos vikings);  The Oceans; The Orclands (a terra dos orcs); Sahud (é o oriente do mundo; segue o estilo Japão Feudal); The Great Forest (é a terra dos elfos); The Southwestern Wilderness; Tredroy, City of Three Laws (é uma cidade dominada por três nações diferentes:  Cardiel, Al-Haz e Al-Wazif) e Zarak (é o reino subterrâneo dos anões).

Existem muitas questões chave no mundo de Yrth,mas as principais envolvem o surgimento da tecnologia (lembrando que o mundo está atualmente em 2005) e sua evolução (existe uma conspiração mágica com apoio da Igreja para suprimi-la; especialmente no tocante ao uso de armas de pólvora), a magia vs. religião (ela é em geral aceita, mas há resistência interna do clero) e a política entre raças vs. escravidão (as nações cristãs mais poderosas são escravocratas por causa do modelo romano usado como base para organizá-las).

Esta edição do Banestorm que estou analisando é a mais recente. A da 4ª Edição do Gurps. Pouquíssimo há em termos de regras, o foco mesmo aqui é o cenário e se você gosta do sistema e queria ter um palco para aventuras simples mas muito instigante, Banestorm é pra você! Abraços!

 
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Publicado por em 10/05/2012 em RPG

 

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Marvel disponibiliza vários títulos de graça na internet!

Agora que você também ficou maravilhado com o filme dos Vingadores, conheça a equipe nos quadrinhos, e o melhor, de graça!
por Hugo Fernando 

Senhoras e Senhores.

A nossa querida Marvel de boba não tem nada! Com o filme dos vingadores fazendo um tremendo sucesso e quebrando todos os recorde de bilheteria, a editora disponibilizou mais de 250 edições para que você possa ler. Tudo isso de forma gratuíta! Não estamos falando de títulos obscuros, tem revistas do primeiro time como Vingadores, X-Men, Quarteto, Hulk, Homem de Ferro, Homem Aranha, entre outros!

Clique Aqui e seja feliz!

Imagina se 10% das pessoas que assistiram ao filme começassem a ler os quadrinhos? Tenho certeza que teríamos uma nova era de ouro! Em termos de vendagem poderia superar os números que eram Read the rest of this entry »

 
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Publicado por em 10/05/2012 em Cinema, Quadrinhos

 

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13 Casas Mal Assombradas – Parte Seis

Museu Mercer- Williams

Savannah, Geórgia

          O vendedor de antiguidades Jim Williams era um herói local por seus esforços em restaurar as casas históricas de Savannah, no estado da Geórgia. Ele escolheu uma casa construída para o seu bisavô o cantor Johnny Mercer durante a Guerra Civil. Foi esta a  casa que Willians escolheu para trabalhar e viver.

Em 1981, o jovem assistente de Willians, Danny Hansford, foi baleado no estúdio da casa. Jim Williams foi julgado pelo assassinato quatro, o que foi considerado um recorde, e em 1989 fez uma grande festa ao ser absolvido. Infelizmente Jim morreu alguns meses mais tarde de maneira misteriosa.

Mas, de acordo com o livro Fantasmas da Geórgia escrito por  Nancy Roberts, um casal de turistas testemunhou uma festa fantasma na data que seria o quinto anos da celebração da absolvição de Jim Willians, estes turistas  afirmaram que a casa emitia um brilho fantasmagórico e borbulhava com barulhos típicos de uma festa, com musica ao fundo e muitos burburinhos de pessoas rindo e conversando, muito embora a casa estivesse de fato vazia.

Deste momento em diante a casa ficou conhecida por sempre na mesma data celebrar uma festa fantasma, muito embora a atual proprietária a Dra. Dorothy Kingery, que também é Irma de Jim Willians, mantem a casa como um  Museu, sempre aberto ao publico  mas declara que nunca assistiu nenhuma atividade paranormal ali.

Hoje quero lhes apresentar ideias para um cenário de aventuras de O Rastro de Cthulhu ou o próprio Call Of Cthulhu,  o cenario é a casa de James Arthur Willians, localizada na rua  Bull Street  numero 429 na  cidade de  Savannah Georgia. Uma casa dita assombrada por muitos, mas que sua atual dona a Dra. Dorothy Kingery nega veementemente.

Todavia uma casa assim chama a atençao de muitas pessoas, entre elas as  cultistas chamados de Demoiselles Y’s um secto mais radical do culto do Rei Amarelo ( King in Yellow).

Os membros do Culto acreditam que se puderem estar na casa na noite da celebração de um dos aniversários da absolvição de Jim Mercer e puderem contata-lo este lhe indicara o esconderijo secreto de uma artefato, que esteve em sua posse, e que consta na lista de objetos do antiquário de Willians, e também na lista de itens  pertencentes ao Museu Mercer-Willians mas que ate hoje não foi encontrado, a famosa Mascara do Sinal Amarelo. 

Lembro que este cenário também pode ser usado da mesma maneira que as postagens anteriores com os sistemas do Novo Mundo das Trevas e ou ate o Sistema Daemon, basta aprimorara a pesquisa na net colhendo mais detalhes, e colocar a imaginação pra funcionar na hora de impressionar seus jogadores.

Game On!

 
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Publicado por em 09/05/2012 em RPG

 

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Você conhece Ouro de Tolo?

Durante a nona edição do Curitiba Lúdica, tive o prazer de jogar o “Ouro de Tolo“. Foram quarenta minutos de diversão e muitas risadas.
por Hugo Fernando 

Senhoras e Senhores!

Existem vários perfis jogadores. Existe aquele que gosta de ficar horas e horas em um tabuleiro ou mesa, e existe aquele, no qual eu me enquadro, que prefere os jogos mais rápidos e dinâmicos.

Neste fim de semana conheci um ótimo jogo nacional exatamente com estas características: rápido, ágil, dinâmico e o melhor de tudo, muito divertido. Estou falando do Ouro de tolo.

Com uma apresentação rápida, do meu amigo de longa data Romir, em questão de 5 minutos todos na mesa já estavam aptos para iniciar a partida.

Minha intensão aqui não é explicar as regras nem o sistema, para isto você pode ler o manual clicando aqui. Vou falar sobre a idéia básica do jogo que é a seguinte: Você é um mineiro que necessita coletar pedras preciosas e ouro para trocar por dinheiro, cada peça tem seu valor específico e existe também o ouro de tolo que não vale nada. Toda vez que você vai em busca de alguma pedra preciosa você pode conseguir o seu dinheiro ou, se por azar, você pode pegar o ouro de tolo e estará fora da rodada. Para incrementar o jogo existem cartas que podem te beneficiar ou podem dar brecha para você entrar pelos canos! Isto tudo é consequência de suas decisões, quanto mais tempo você optar por ficar dentro da mina, maiores são as suas chances de ganhar dinheiro ou perder tudo que conquistou. É exatamente neste ponto que se encontra o charme do jogo, este gerenciamento do risco de saber se vale a pena continuar para conseguir mais dinheiro ou se deve sair com o que está garantido. São estes momentos que tornam a partida tensa e emocionante. Como as reposições de cartas são praticamente inexistentes, saber administrar o que você tem na mão junto com as ações dentro da mina é a chave para o bom desempenho na partida!

O jogo é composto por um deck de cartas com ações específicas, cartas para você separar o que coletou, um saquinho onde ficam as pedras preciosas e o dinheiro. Como disse, em poucos minutos você já sabe jogar, Read the rest of this entry »

 
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Publicado por em 08/05/2012 em Cardgames

 

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Discutindo RPG: Metagame.

Essa semana trago a vocês um texto escrito pelo Richard Lee e postado em uma das listas que eu participo. Achei bem interessante a argumentação em torno do metagame. E como é um assunto que sempre ronda as mesas de RPG, acho interessante para discutir aqui no blog. Vamos a ele:

“Macaco velho” ou “onff” 

Assunto delicado. Vários jogadores não gostam nem de falar, por se tratar de uma linha tênue entre a diversão e trapacear. Resolvi trazer esse assunto porque imagino que, se não todos, grande maioria já passou por isso e talvez nem percebeu.  

Vamos aos termos:

Primeiro, “Macaco Velho” . Não vamos entrar na discussão de como a expressão surgiu, mas trata-se de um termo que, no nosso meio, se aplica aos jogadores que têm um bom conhecimento de como jogar RPG. Aquele indivíduo que já jogou vários estilos/tipos de sistemas, que conhece normalmente como a maioria das coisas vão acontecer simplesmente porque ele já esteve em situações parecidas muitas vezes. É o individuo com uma boa experiência de jogo.

O segundo termo, “ONFF”. Trata-se de uma gíria aplicada a quem mistura ON com OF. Seria aquela situação onde o jogador representa a interpretação de um personagem dentro do jogo (ON) com base naquilo que ele sabe fora do jogo (OFF). Situação onde a mistura dos dois é completamente contra todas as regras do RPG.

Termos apresentados e entendidos, voltamos ao tópico principal: “Macaco velho” ou “ONFF”? Aonde esta a linha que indica o início de um e o término do outro? 

Os sistemas de RPG são formados por regras e baseado nelas os jogadores com mais conhecimento já conseguem prever e antecipar certas cenas, fazendo com que o resultado seja favorável a sua personagem. 

Vamos a um exemplo clássico: “… Arator, bravo homem guerreiro que acabou de sair de sua cidade para explorar as cavernas do norte. Esta feliz e contente em sua jornada quando se depara com um ser no formato de uma bola flutuante com um grande olho no centro e vários outros a seu redor …..” 

Um jogador “novato” se perguntaria, caracas!!!! O que é isso?!?! “Eu pego a minha vassoura -1 e bato nele!!!”, já o “Macaco velho” olharia e falaria: um char humano level baixo dentro de uma caverna acaba de encontrar um beholder … “Narrador, eu saio correndo!”. 

Legal, cheguei exatamente no ponto que eu queria, “Macaco velho” ou “ONFF”? Essa atitude que o jogador experiente acaba de interpretar para o seu personagem, é a atitude correta que a PERSONAGEM tomaria? Temos que ter em mente sempre que uma coisa é o JOGADOR e outra é a PERSONAGEM. O que diferencia entre o que o jogador sabe e o que o personagem deveria de saber, e é ai que vem a “malandragem”. O mestre pergunta para o jogador experiente: “caro jogador, porque você esta saindo correndo com a tua personagem? (se lembre no que ele pensou, o narrador não sabe o real motivo) Na “malandragem” o jogador responde: “Mestre, era um bicho grande e feio que eu nunca vi, minha personagem é inteligente ela sabe que aquilo era um perigo e sairia correndo”. 

Isso esta certo? Errado? A personagem realmente poderia ter pensado aquilo! Contudo neste momento o Narrador tem que estar muito atento em tudo o que aconteceu no cenário e nas reações dos jogadores para que o jogo flua de maneira divertida. Como em qualquer outro jogo, infelizmente sempre existe aquele que quer ganhar, que quer se dar bem na historia. Muitos narradores simplesmente não dão muita importância para isso, o que faz com que  personao jogador se sinta mais a vontade para repetir isso. 

Usando um exemplo relacionado a Live Action RolePlay (LARP) de Vampiro: a Máscara. O narrador vem até o “Macaco Velho” (MC) e faz um teste. Esse perde o teste e o mestre orienta: “a sua personagem sente uma vontade indescritível de ir até o local XYZ”. O “MC” mais do que rapidamente pensa: acabei de perder um teste para convocação (poder usado para convocar alguém até um determinado local). Quem usa convocação certamente não quer uma coisa boa, afinal se fosse algo bom ligaria. Na hora que esta saindo, fala aos seus companheiros: “pessoal, tenho que ir até ali, não sei por que, mas tenho que ir, alguém quer ir comigo?”. 

Foram dados alguns exemplos fáceis de identificar, porém nem sempre é fácil de flagrar estas atitudes vindas do “MC”. Por vezes, ele pode desenvolver todo um enredo para justificar determinadas atitudes. Não existe uma receita de bolo para identificar isso, contudo o que pode ser aconselhado aos narradores que analisem fatores como a experiência do jogador, sua familiaridade com o sistema usado e principalmente ficar atento ao que o jogador se propôs ao criar uma PERSONAGEM e interpretá-la. 

Ao narrar uma crônica eu tento conversar bastante com os jogadores com a idéia de tentar identificar o seu nível de conhecimento e o que ele esta pretendendo com sua personagem. Normalmente coloco algumas situações onde fica mais fácil identificar tais atitudes. Eu vejo um mal sendo tratado pela raiz se for lidado da maneira correta. Outra artimanha, se é assim que posso dizer, é o uso de elementos que saiam da linha de conforto do jogador experiente, que coloca o conhecimento dele em conflito com o que realmente pode estar acontecendo. Um beholder lvl1? Realmente é um beholder? Por uma coincidência do destino as pessoas que estão acompanhando o convocado, que podem ser também “MC”, foram convocadas também, porém para o lado oposto? Se lembre, que você narrador não pode permitir que esse tipo de atitude estrague a brincadeira dos outros. 

Na idéia de não querer sair perdendo os “MC” podem fazer esse tipo de coisa sem perceber, ou realmente fazer isso sabendo que existe a linha tênue entre ser “MC” e estar praticando “ONFF” e tentar explorar o máximo que der esta área cinza. 

Se identificado o uso de recorrente “ONFF” e, mesmo após a orientação sobre as ações anteriores, não haver resposta adequada, acredito que o jogador deva ser orientado a parar de JOGAR. Uma situação muitas vezes chata, porém necessária. 

E você? Já parou para pensar se você quer ser “o Bravo Guerreiro Aventureiro” ou ser o “Macaco Velho Maroto”?

Acho que o Lee foi bem feliz no texto dele. Apenas gostaria de acrescentar que em um RPG de mesa é muito mais fácil controlar esse tipo de comportamento. Já em LARP’s a coisa fica mais difícil, devido ao número de jogadores envolvidos. Em ambos os casos e na vida também a melhor alternativa sempre será o diálogo.

Comentem!

@feliperecka
see you later elevator

 
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Publicado por em 07/05/2012 em RPG

 

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Conheça O Table Top – DROPS

Bom dia Gamers!

A internet é um meio de comunicaçao viral e creio que a maioria de vocês ja saiba deste fato, mas o mais bacanas nesta rede virótica é quem nem tudo é ruim e há algum tempo, eu me deparei com vídeo despretencioso  que tinha como apresentador  ninguem menos que Will Wheaton, qualquer nerd que se preza conhece o Will das serie Star Trek A Nova Geraçao, onde seu personagem tinha o nome de Wesley Crusher, e mais tarde na popular serie de TV fechada, The Big Bang Theory!

Bem então ele,  Will Weathon e a também famosa nerd/geek Felicia Day (The Guild Webseries) decidiram criar  a Geek & Sundry cuja a finalidade é trazer mais entretenimento nerd/geek  na internet, e é ai que surge um dos programas com o selo Geek & Sundry que é propriamente o Table Top, um videocast apresentado pelo Will e sempre com convidados pra jogar board games! A ideia é simples e genial e alem de observar a partida voce ainda leva de lambuja um review e aprende a jogar os jogos, podendo opinar e ate escolher melhor os seus jogos futuramente!

Confira aqui os três primeiros videos e se gostar assine o canal da Geek & Sundry, a unica coisa ruim é que ainda não existem episódios legendados, logo pra quem ainda não domina o inglês, bora voltar pro cursinho, por que vocês estão perdendo muita coisa boa!

Para os fortes estou preparando um Game Day especial aqui em Curitiba, fique atento, mas enquanto isso amanhã tem Curitiba Lúdica IX

Game On!

 
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Publicado por em 05/05/2012 em BoardGames

 

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Anjos da Lei – Resenha

Adaptada para nossos dias, a famosa série dos anos 80 diverte mais como uma comédia do que como um filme de ação policial!
por Hugo Fernando

Senhoras e Senhores.

Foi engraçado escrever esta resenha. Assisti ao filme na segunda, 30/04, logo que acabou pensei: “Não gostei, a série era melhor”. Na terça e na quarta, quando comecei a escrever este texto, fui relembrando e notei que houve várias tiradas engraçadas, cenas boas e algumas constatações de inversões de valores. Quando me dei conta, concluí que na verdade o filme é bom e não pode ser comparado com a série, a pegada é totalmente diferente! Neste longa temos uma comédia, enquanto a série é séria, com o perdão do trocadilho!

O gancho é o mesmo, uma escola da cidade tem problemas com relação a uma nova droga que está surgindo. Para ajudar a resolver esta situação, dois jovens policiais são infiltrados entre um grupo de adolescentes com o objetivo de levantar mais informações sobre o que está acontecendo. Estes policias são: Oficial Schmidt (Jonah Hill) e Oficial Jenko (Channing Tatum). Em um passado recente, eles foram colegas de escola no ensino médio, nesta época Jenko era o “fortão popular” e Schmidt era o “nerd estranho”. Passa o tempo, ambos se encontram na academia para policias. Unindo suas virtudes se tornam amigos e acabam trabalando juntos. Depois de um problema ao abordar um traficante eles são designados para trabalhar em um projeto criado nos anos 80, que basicamente consistia em infiltrar jovens policiais entre alunos da escola. Introdução feita, é neste ponto que começa o filme! Os dois colegas vão até ao famoso endereço 21 Jump Street, uma igreja abandonada em que foi montada a base da operação! Ali são apresentado ao Capitão Dickson (Ice Cube, com toda sua atitude marrenta que já é peculiar). Daqui para frente o que eu contar estraga a história.

Assista ao trailer:

Quando falei sobre a questão do comparativo entre a série e o filme, o que aconteceu foi o seguinte: Eu era um adolescente quando a série fazia sucesso na globo, assistia todo domingo próximo a hora do almoço. Eu era um pouco mais novo que os atores e classificava o programa como uma série policial estrelados por jovens adultos! Com o filme, o enfoque muda um pouco, a seriedade da lugar a uma comédia de ação. Eu Read the rest of this entry »

 
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Publicado por em 04/05/2012 em Cinema, Estréia

 

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Star Wars Day

Assistirei ao filme O Império Contra-Ataca para comemorar o dia de hoje. Apesar da nova trilogia, eu ainda me sinto na obrigação de dizer – “Obrigado George Lucas!!!”
por Hugo Fernando 

May the force be with you!
Hugo Fernando
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Publicado por em 04/05/2012 em Cinema

 

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