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Tammany Hall – primeiras impressões

Olá!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em um partida em 5 pessoas.

 

Demorou algum tempo, mas, afinal, o Tammany Hall veio para a mesa. Deixei os outros mais do que incertos, ao me enrolar todo para fazer o set up do jogo, indo e vindo. Para deixar a situação pior, jogamos o primeiro ano errado, pois havia cubos de imigrantes a menos em Castle Garden (o correto é o número de jogadores +2 e eu deixei, no começo, só igual ao número de jogadores), mas felizmente corrigi isso a tempo de não afetar a partida. Passadas essas lombadas iniciais, o restante do jogo fluiu sem novos incidentes. Read the rest of this entry »

 
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Publicado por em 27/04/2016 em BoardGames, Jogos, resenha

 

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Trash Comics – Editora Abril…

Pessoal, a coluna de hoje será breve.

Uma pergunta geral: qual é a história mais famosa já escrita? Não apenas agora – em todos os tempos. Aquela que um maior número de pessoas conhece ou já conheceu! Que seja conhecida tanto hoje, aqui no Brasil, como na China há mil anos atrás, ou na Roma antiga.

Sendo realistas, não há como responder. É algo imensurável, mesmo com um estudo histórico profundo. Mas podemos sugerir alguns nomes. Seria a história de Adão e Eva? A Arca de Noé? A vida de Jesus Cristo? A Odisséia? Dom Quixote? Hamlet? As fábulas de Esopo?

Não temam, a editora Abril sabe a resposta:

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Publicado por em 12/04/2016 em Geral

 

Biblios – resenha

– In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti – entoou o abade, erguendo a hóstia.

– Amém – responderam, em uníssono os monges, ajoelhados nos genuflexórios.

A abadia era escura e úmida, austera em sua construção de pedras cinzas. O sol surgia no horizonte, fora do monastério, e, ali dentro, as velas de cera de abelha queimavam fracas, praticamente exauridas. As laudes seguiram dia adentro e o eco das vozes ressonavam pelos corredores.

– Gloria Patri, et Filii, et Spiritus Sancti. Sicut erat in principio, et nunc, et semper, et in saecula saeculorum – o abade cantou, encerrando a ladainha e as orações matutinas.

– Amém – retornaram os monges.

Após serem dispensados os monges seriam em pares pelos corredores até o refeitório, onde vinho, pão, queijo, mingau e frutas os esperavam. Dali os irmãos separaram-se, indo para suas tarefas diárias e alguns, os mais habilidosos e respeitados foram até o scriptorium – a oficina dos escritos -, onde os pergaminhos e as tintas os esperavam. Os assentos rígidos de madeira não eram confortáveis, mas o costume removera a maior parte do incômodo. Os monges se persignaram, fazendo o sinal da cruz, antes do início do trabalho, pois o serviço era uma litania de louvor aos céus.

Então as penas tiveram suas pontas cuidadosamente afiladas, enquanto o mestre dos copistas supervisionava a mistura dos pigmentos, em particular a moagem do lápis-lazúli e o preparo do auripigmentum – o divino dourado – pois era esperado que as iluminuras preparados ali superassem em qualidade e beleza todos os demais mosteiros da cristandade. Os favores do arcebispo são volúveis e o abade não queria perdê-los. Era necessário, portanto, inspirar com maravilhas em formas de letras e cores. Tudo para a glória do Senhor.

BIBLIOS – O JOGO

Imagem por kherubim
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Batman v Superman: A Origem da Justiça – Eu não gostei!

Com lágrimas nos olhos eu comunico a todos que a Warner, Snyder, ou quem quer que seja, não conseguiu emplacar este filme. Quase tudo deu errado!
por Hugo Fernando

BVS

Senhoras e Senhores

Depois de um longo e tenebroso inverno, aqui estou eu, saindo do ostracismo para escrever sobre um dos filmes que mais aguardei e antes que você pense: “Ai, lá vem mais um hater falar mal do filme”, veja a foto abaixo.

cas._marina_e_hugo_0690Esta foto é do meu casamento. O do meio sou eu e os das pontas são meus padrinhos (e irmãos). Definitivamente eu sou uma das pessoas que mais queria que este filme funcionasse. Muito. Mas não deu (que fique claro, não deu em termos de história. Com relação a bilheteria ele vai muito bem, obrigado).

Estou escrevendo como um fã. Serão comentários passionais, totalmente pessoais. Não vou escrever sobre figurino, fotografia, métrica do roteiro, etc, por dois motivos: 1) tem um monte de pessoas competentes que já fezeram isso, por favor leiam a Isabela, a Gazeta e os blogs dos meus amigos Marden, Joba e Paulo Camargo. O segundo motivo é que não sei analisar estas coisas😉.

Tenho um monte de comentários e observações, no começo do texto falo sobre o que está evidente no filme, no final falo das nerdices.

O que gostei.

Batman: Apesar de darem o enfoque somente no Batman brigador força bruta, eu ainda gostei dele. Para quem não sabe, nos quadrinhos, o Vigilante de Gotham é o maior detetive do mundo, ele resolve as coisas na inteligência e só depois sai no braço. Como eu achava desde o começo, o Ben Affleck não decepcionou e acredito que fará um filme solo do Homem-Morcego ainda melhor.

Alfred: Com tantos personagens para tratar, o Alfred acabou mesclando as suas características a de outro personagem, Lucius Fox. O resultado ficou bom. A química entre Ben Affleck e o Jeremy Irons funciona.

Briga do Batman no Armazém: Definitivamente a melhor cena de briga de todo o filme. Estratégia com brutalidade.

Uniforme do Batman e da Mulher Maravilha: Muito bem adaptados. O uniforme e a armadura do Batman saíram diretamente do Cavaleiro das Trevas. A decisão de tirar as cores fortes do uniforme da Mulher Maravilha e substituir por uma paleta ocre ficou excelente.

IVECO: O caminhão que transporta a kriptonita é da IVECO, nem o batmovel consegue parar este caminhão. Isto mostra a robustez e qualidade do produto!!! (feito o social com a patroa)

Pronto, foi isso, parei por aqui. Vamos fazer um intervalo para você assistir ao trailer e depois continuo com o que não gostei.

O que não gostei.

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Publicado por em 29/03/2016 em Cinema, Estréia, Filmes, Quadrinhos

 

Batman vs Superman: A Origem da Justiça – Eu Gostei!

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Confesso que fui ver ontem com o pé atrás (essa do pé atrás já está ficando recorrente, mas é que quando mexem com algo que você gosta a muito tempo sempre dá um friozinho na barriga né?), o trailer liberado pela produtora não foi dos mais animadores, Ben Affleck e um ator mediano, mas certamente já vimos piores juntos ao nosso amado Batman, como George Clooney e Michael Keaton. Eu parei de julgar atuações, só pelo nome do ator após o show dado pelo Coringa, interpretado pelo, nas minhas próprias palavras: “Franguinho” Heath Ledger.

A promessa de um enfrentamento entre estes dois gigantes da DC Comics, já havia sido maravilhosamente roteirizado na obra de Frank Miller – O Cavaleiro das Trevas, e isso também me deixou apreensivo. Ora que historias estapafúrdia eles inventariam para colocar dois grandes heróis um contra o outro sem ser idiota?

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A resposta não vem do passado e sim do futuro, para mim o filme foi cheio de referências sutis a diversos títulos, sim Cavaleiro das Trevas, sim A morte do Superman, sim Injustice Gods Among Us, sim Earth 2, e sim Liga da Justiça da America.

Mas no meio de tudo isso, o filme e bom? Sim, o filme é bom! Pode ir assistir sem medo, pelo menos sem medo dessa resenha pois o Hugo Ira escrever mais tarde sobre o que ele não gostou, por que não gostou, então guarde seus medos para a resenha dele!

Na sessão que eu assisti, uma sessão fechada para jornalistas (sim eles me deixaram ir junto), o próprio Zack Snyder (não pessoalmente, mas através de um vídeo), pede que sejamos contidos em nossas resenhas para não dar spoilers, e muitos dizem que minhas resenhas são muito simples, que elas não explicam o filme etc etc. Bem eu não gosto de spoilers, e por isso evito ao máximo dar spoilers.

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Então vou falar tecnicamente, mesmo eu não sendo um crítico ou expert no assunto, estou indo por partes.

Roteiro, a história é legalzinha, ela é a colagens de várias passagens de algumas histórias em quadrinhos que já citei ali em cima, é bem costurada, mas também é uma colcha de retalhos de diversas histórias e linhas do tempo diferentes, que para os fãs mais hard core não irão fazer sentido.

Fotografia e figurinos, estavam ótimos, eu já me acostumei com o novo uniforme do homem de aço, a armadura do Batman para o combate final está excelente, a mulher maravilha está uma maravilha (pun intended)!

Efeitos especiais, estão ótimos, não irei me alongar para não tirar a graça do vilão final, sei que muitos já sabem mesmo, mas quem não sabe merece ter uma surpresinha extra.

Sobre os atores: Ben Affleck, somente, não deixa na mão o nosso justiceiro encapuzado, como dá um ar ao Batman que até o momento não havia notado em outros atores, um Batman, imenso e forte, que sim é páreo para o homem de aço.

Henry Cavill, ele já é o Superman, há pouco a se dizer, ele e um Clark, menos inseguro, que o saudoso Christopher Reeve, mas como Superman ele faz jus aos seus predecessores.

Gal Gadot como Diana Prince/ Mulher Maravilha surpreende muito, logicamente minha mente as vezes fica presa ao saudosismo, de seriados de quando eu era criança e via a mulher maravilha na tv prendendo bandidinhos com sei laço magico e desviando balas com seu bracelete. Essa versão tem muito mais haver com a mulher maravilha heroína mesmo, que sai na mão de igual para igual com os poderes mais badass do universo.

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Lex Luthor do Jesse Eisenberg, é um personagem conflitante, ele tem muitos maneirismos do ator, e sinceramente tira um pouco da seriedade da personagem com umas besteiras cômicas, todavia há uma loucura que paira no ar em volta da personagem, e isso pode ser o início de nova luz sobre este vilão.

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Bem, dito tudo isso eu vou dizer que fico mais confortável vendo filmes da DC que da Marvel, sou um fã da DC e em especial destes personagens, que irão compor a Liga da Justiça da América. Logo estou ansioso para ver os futuros filmes da Mulher Maravilha, e Aquaman, e espero que eles anunciem também filmes do Flash e do Cyborg, para finalmente ver todos juntos em Liga da Justiça da américa I e II (em filmagens se não me engano).

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Para não faltar a harmonização com o costumeiro RPG fica aqui a minha dica de vocês conhecerem o DC Heroes RPG da Mayfair Games. Ele me ajudou e me ajuda a entender como funcionam mecanicamente a escala de poder entre homens e super-homens! Terminando aqui com uma frase polemica dita por um amigo ontem: Marvel é coisa de adolescente, adulto mesmo gosta da DC!.

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Game On!

PS: Confira nossa versão não gostei escrita pelo Hugo, e já rebatendo aqueles que irão me dizer que a DC ta copiando a Marvel nos esqueminhas de linkar os filmes, sim está! É uma boa formula para apresentar os personagens ao publico novo, lembrem se que nem todos nasceram na década de 70, leem quadrinhos a mais de 30 anos, ou viram Star Wars no cinema, nós precisamos de uma base de fãs continuamente renovada e o cinema e a tv são as ferramentas de hoje para isso!

 

 
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Publicado por em 24/03/2016 em Cinema, Estréia, RPG

 

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Ikusa – primeiras impressões & relato

Olá, pessoas!

Foi a estreia do Ikusa. Nele, cada jogador representa uma facção lutando pelo controle do Japão. O objetivo é war-style: conquistar X territórios (no caso, em 3, na versão “rápida”, são 40 territórios) ou eliminar outro jogador (neste caso a eliminação não garante a vitória de quem eliminou, mas é quase certo que sim). No turno, começa-se usando dinheiro para selecionar ações e quanto será feito (por exemplo, colocar 3 dinheiros em recrutar permite recrutar mais do que com 2 dinheiros). As ações são: ordem de turno, construir (castelos e fortes, que ajudam na defesa, e só na defesa, de territórios), recrutar, contratar ronin e contratar ninja.

A decisão de onde investir o dinheiro é feita de forma secreta e simultânea, com todos revelando onde investiram ao mesmo tempo. Então, primeiro, vê-se qual será a ordem do turno, depois constrói-se castelos/fortalezas. Então recrutam-se tropas, e todos colocam as tropas recrutadas simultaneamente. Em seguida, contratam-se os ronins (que podem ser colocados de forma secreta em áreas controladas pelo jogador, e a área em questão é só revelada se for atacada ou usada para um ataque). O Ninja, por fim, é contratado por quem mais pagou pelos seus serviços – o Ninja deve ser usado antes do jogador iniciar seus combates, e durante a fase de movimento, pode ser utilizado para matar um Daimyo, se rolar 8 ou menos no d12. Caso isso ocorra, o exército desse Daimyo não pode ser movido naquela rodada, mas pode se defender normalmente – e, ao final da rodada, se o exército ainda existir, uma das unidades é convertida no novo Daimyo, logo não é possível eliminar um jogador usando o Ninja, mas ajuda. Read the rest of this entry »

 

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Castle Panic – primeiras impressões & relato

Olá, pessoas!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em uma partida, em 3 pessoas.

Jogamos com a expansão Castle Panic: The Wizard’s Tower que, pelo por cima que recebemos, adiciona vários elementos ao jogo base (a dita torre do Mago, um baralho novo de cartas para os defensores, criaturas novas, incluindo uma porção de monstros legendários) e o torna muito melhor. O objetivo do jogo é defender as torres e os muros da cidade, enquanto hordas de monstros vem para atacá-las. Read the rest of this entry »

 
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Publicado por em 10/03/2016 em BoardGames, Jogos, resenha

 

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