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Codenames – resenha

Codenames é um jogo de festa de dedução social, no qual os jogadores são divididos em dois times: vermelho e azul. Um jogador de cada time será o Mestre Espião (Spymaster), que é aquele que dará as dicas aos demais e que conhece a configuração do tabuleiro (quais palavras estão conectadas aos vermelhos, aos azuis, quais são neutros e qual é o assassino). Todos os outros serão os Operativos: agentes de campo que tentarão “quebrar” o código (a pista dada) dado pelo Mestre Espião, na busca por identificar os outros agentes do mesmo time escondidos no tabuleiro. Codenames tem um leve aspecto de memória embutido nele (ajuda lembrar-se de dicas anteriores, tanto dadas ao seu time, quando dadas ao time opositor) – porém, aqueles que não apreciam isso, não precisam se preocupar muito. O jogo é rápido e fácil de ensinar e de aprender (uma característica normal de jogos de festa, afinal). Codenames, no entanto, tem uma vantagem sobre outros jogos de festa: ele não carece nem fornece baldes de gritaria – pode-se aproveitá-lo completamente falando em tom normal. Por fim, o Codenames funciona bem para aqueles mais tímidos, pois a parte “social” dele não é tão forte quanto aquela presente no One Night Ultimate Werewolf, no Shadow Hunters, no The Resistance e no Illegal, estando mais próximo daquela encontrada no Dixit – onde o propósito não é discutir ou forçar a interação interpessoal, e sim “ler” o significado de pistas dadas.

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Trash Comics: Ravage 2099

Para quem não sabe, mas lá muito antigamente quem publicava os quadrinhos da Marvel e DC no Brasil era a editora Abril. E uma das coisas que ela adorava fazer era cortar páginas e edições inteiras – sem dar justificação alguma. Inúmeros personagens tiveram até mesmo longas sequências de histórias saltadas.

Eu vim a adquirir algumas dessas histórias, comprando as edições originais. Admito agora que alguns saltos não foram tão absurdos assim, pois economizaram nosso tempo e dinheiro – eram histórias para lá de ruins.

O caso que mostrarei hoje é um tanto difícil de julgar, pois o personagem já era mequetrefe e ferraram ele de jeito: RAVAGE 2099 – que teve apenas sua primeira história publicada no Brasil, e depois somente lá no volume 12 ou até mais, talvez nem isso.

Criado pela lenda Stan Lee e pelo excelente artista Paul Ryan, Ravage 2099 era assim:

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Um herói para os tempos modernos.

Antes de mais nada, uma breve introdução ao universo 2099. Lembram que dias atrás comentei que muitos heróis novos são apenas variações de heróis já existentes? Então.

Homem-Aranha 2099… Justiceiro 2099… Motoqueiro Fantasma 2099… Hulk 2099… Dr. Destino 2099…

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Publicado por em 02/02/2016 em Geral, Quadrinhos

 

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Trash Comics… not: Turma da Mônica

Como comentado anteriormente, vamos checar uma revista qualquer da Turma da Mônica para ver se as histórias passam mensagens interessantes para as pessoas, ou se são apenas casos de crimes e amigos com lesões cerebrais como em uma certa outra empresa de quadrinhos.

Estou com todas as revistas já publicadas da Turma da Mônica em uma grande caixa que ocupa um quarto inteiro de minha casa, e mais um pouco. Coloco minha mão dentro e sorteio…

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Certo, vamos lá:

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Publicado por em 21/01/2016 em Geral, Quadrinhos

 

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Zombicide 2: Prison Outbreak – Missão 3 – Serra Circular

Olá, pessoas!

Segue o relato de nossa partida (com alguns comentários iniciais sobre o cenário).

5 jogadores:
Lauri – Shannon
Henrique – Joshua
Marcus – Belle
Hélio – Grindlock
Eu – Kim & Watts

Jogamos o terceiro cenário: Serra Circular, onde o objetivo dos sobreviventes é invadir uma prisão (usando uma serra circular para abrir um buraco ao redor da porta de aço) e, uma vez ali dentro, limpar o local de zumbis. Foi uma partida curiosa, pois este cenário, para mim, mostrou o mesmo porém que havia no outro que joguei desta 2a temporada: a possibilidade, bem fácil até, de explorar o que é uma falha de execução do cenário: no outro, havia a torre de observação, aqui a questão ficou para com a relação entre os spawn points e a porta giratória. Dois dos spawn points ficam fora do presídio e dois, dentro. Read the rest of this entry »

 
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Publicado por em 20/01/2016 em BoardGames

 

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Trash Comics: O mundo segundo a Disney Comics

Um dia desses deparei-me com um gibi da Disney e quis checar que espécie de mundo esses quadrinhos passam para nossas crianças.

Antes de mais nada, vale notar que o Estados Unidos é um país que ama quadrinhos, e é responsável por uma grande parte da produção desta arte. E também vale notar que a empresa Disney é norte-americana. Até aí, tudo muito lindo. Agora, o fato de que os quadrinhos Disney não são muito comercializados nos EUA é um tanto curioso. Que a maior parte de suas histórias são produzidas em países como a Itália e a Dinamarca. Que mesmo os autores norte-americanos enviam antes as obras para esses outros países… bem, somem 2 com 2.

De qualquer maneira, o gibi que encontrei é esse aqui:

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É um encadernado com 4 edições simples da revista alemã do Pato Donald. Contém histórias de épocas e com personagens variados, então servirá para nosso teste. Vamos a um resumo de cada história:

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Publicado por em 15/01/2016 em Geral, Quadrinhos

 

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Village – primeiras impressões

Olá!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em uma única partida.

Imagem por vittorioso

O básico das regras:

Village é um jogo que revolve ao redor da vida mundana de uma vila medieval. Na dita vila seus habitantes realizam trabalhos diversos, servem à Igreja, ao Conselho entre outras possibilidades e, se forem membros destacados – usualmente porque foram um dos primeiros a realizarem/participarem de algo – entrarão nas crônicas históricas da vila, eternizando-os na memória da vila. Aos demais restará um espaço no cemitério público e o esquecimento. Este é o cenário do jogo.

Cada jogador controla uma família. Os meeples de cada família são numerados de 1 a 4. Isso é para indicar a qual geração eles pertencem. O jogador começa com quatro meeples com o número 1. Esses serão, usualmente, aqueles que terão um espaço no livro de registros, já explico o porquê.

Na preparação para cada rodada, alguém coloca o total de cubos indicado para o tanto de jogadores junto aos cubos pretos (praga) no saquinho e retira dali a quantidade indicada para o número de jogadores para cada área destinada a isso no tabuleiro. A quantidade de cubos em uma área indica o número de vezes que as ações relativos àquela área podem ser realizadas, pois um cubo deve ser pego pelo jogador que deseja utilizar uma ação daquela área. Read the rest of this entry »

 
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Publicado por em 12/01/2016 em BoardGames, Jogos, resenha

 

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Quadrinhos da Semana – DC Comics

Olá eu sou o @cacorpg e semanalmente irei escrever sobre os lançamentos do mercado de quadrinhos lá fora, aqui para o Eu Gosto de Jogar! Fique ligado no que está surgindo nas principais editoras lá de fora.

Swamp Thing #1 – Mini Serie

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Bem-vindo a mais uma história do universo “gritt” da DC Comics, nela os heróis são mais humanos, e os monstros são mais sombrios. E o Monstro do Pântano que foi originalmente criado pelo mestre Alan Moore, e um dos meus preferidos!

Nesta Mini serie o monstro do pântano e contatado por ninguém mais, que o sinistro Phantom Stranger, este vem lhe avisar, como de costume de maneira enigmática que as coisas irão mudar drasticamente, e um dos motivos aparentes, é que o próprio Monstro do Pântano abdicou de seus poderes de avatar do verde, não mais se comunicando.

Bem, o Mostro do Pântano é contatado pela família Wormwood que lhe pede para investigar alguns acontecimentos estranhos ligados ao desaparecimento de seu filho Lazlo.

Uma história muito interessante se constrói aqui, talvez eu tenha gostado pela influência do recentemente assistido The Frankenstein Chronicles (serie da TV fechada em 6 capítulos), ou simplesmente por gostar desse aspecto mais sombrio e magico que permeiam alguns personagens da DC Comics e da extinta linha DC Vertigo. Vou continuar lendo para ver como termina.

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Informações Técnicas:

Roteirista (s): Len Wein

Desenhistas (s): Kelley Jones

Editora: DC Comics

Data de Lançamento: Janeiro 2016

Edições: 6

 
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Publicado por em 12/01/2016 em Quadrinhos

 

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