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Dead Island – Resenha

11 out

Senhoras e Senhores, bom dia!

Antes de mais nada, para fechar a promoção Terra Devastada, anuncio que o ganhador do livro foi <repique tambores mode on> @dmdesign <mode off> , ele deu um simples RT em nossa mensagem e ganhou este ótimo lançamento da RetroPunk.

Está aqui a prova do crime:

http://sorteie.me/1Xeb1D

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Agora vamos a resenha do Dia!

Primeira vez que escutei falar do Jogo Dead Island foi sobre seu plot básico.

“Survival Horror em primeira pessoa em uma ilha com Zumbis”

Nesta frase quando cheguei na palavra “pessoa” já estava quase dormindo. Não gosto de jogos em primeira pessoa, não sou muito fã do tema Zumbi.

Passou mais um tempo e lançaram o trailer do jogo, este que compartilho com o vocês (mas na boa, se você ainda não viu, vou te contar, tu ta por fora do mundo dos games de maneira épica OK).

Aí eu caí de quatro! Como já disse, não gosto do estilo e nem do tema, agora graças a uma mentre brilhante que fez este vídeo promocional sensacional eu fiquei desesperado para jogar.

Quem ainda não jogou pode ficar tranquilo, não vou dar spoiler de história e nem vou fornecer walkthrought.

[ATUALIZADO] Como bem observou nosso leitor Alan Dias, o Logan aparece no vídeo inicial no Bar, com isso não é ele que esta em primeira pessoa bebendo. Quem deveria ter tomado uma fui eu por não ter notado isto!

O cliche básico esta aqui, Joguei com o Logan (ex-jogador de futebol americano). No filme antes do

Logan

Logan

jogo começar ele esta tomando um porretaço, já esta miando de bêbado, esbarra na Purna e Xian Mei, outras duas pesonagens jogaveis, uma é ex-policial e a outra é a outra trabalha no hotel. Tudo isso ao som de Sam B, o último personagem jogável, um rapper “one hit wonder” que esta fazendo um show na ilha. Depois de quase arranjar uma confusão você vai para o quarto toma alguns medicamentos e apaga na cama. Acorda no outro dia com o caos instaurado. Esta tudo bagunçado e já tem alguns zumbis perambulando pelo hotel. Para variar, você é imune ao problema e não tem idéia do que aconteceu. Você sai correndo do seu quarto e se encontra com um grupo de sobreviventes e aqui começa a sua missão (ou missões, já que existem 3 tipos).

Por se tratar de um jogo em mundo aberto para progredir você é obrigado a fazer as missões principais, tem mais um monte de missões secundárias e terciárias que não

Purna

Purna

tem necessidades. Mas é aquela velha história, imagine Red Dead Redemption, se você seguir a trilha principal você acaba o jogo em umas 10 a 15 horas, para o jogo render as 30 a 40 horas tem que fazer as outras missões. Sem falar que isto deixa o jogo mais divertido uma vez que tem missões secundárias que são mais complicadas que as missões principais. Se a parte da diversão não é o suficiente para você se convencer em fazer todas as missões, pense o seguinte, os objetivos secundários, além de armas e dinheiro, valem XP, e como em todo bom RPG de ação você precisa disto para evoluir se personagem, deixando-o mais forte, mas ágil, mais resistente, fora que da para melhorar a questão de utilização das armas, desgaste dos equipamentos, aprimoramento de mira, etc.

Sam B

Sam B

A ilha imaginária onde se passa o jogo é Banoi, junto a Papua Nova Guiné. Vou te falar, o lugar é grande! Da para ir a pé entre alguns pontos, mas o carro é necessário para correr maiores distâncias. Tudo isso no melhor estílo mundo aberto. Um ponto que eu gostei neste jogo, mesmo tendo o carro, uma hora enche o saco ficar indo de um lugar para o outro, com isso existe o recurso do Fast Travel, onde você vai até determinado pontos e consegue se “teleportar” para outros pontos. Isto nos poupa muito tempo.

Por maior que seja a ilha e por mais que você utilize o Fast Travel o jogo quase não tem “Loading” isto também me deixou contente, por que é insuportável jogar e esperar a cenário carregar, já esgotei todo meu tempo de espera na época do MSX, quem tem mais de 35 anos sabe o é BLOAD”CAS:”,R  e chora até hoje ao lembrar que digitava isso e ficava rezando por 10 minutos com o som “agradável” da fica cassete.

Xian Mei

Xian Mei

Outro ponto que eu gostei bastante neste jogo foi a forma de ir para a luta contra os Zumbis, aqui também vale o chavão, armas boas são escassas e caras. Com isso tem que se improvisar. Por toda a ilha existem várias bancadas onde você pode “montar” uma arma mais eficaz, Por exemplo, você tem um taco de baseball, o estrago já é grande se você acerta a cabeça de alguém com isso, agora, se você colocar um monte de pregos na ponta do taco a coisa fica bem melhor, são mais de 30 armas que podem ser montadas para fazer um estrago enorme!

Utilizar o meio para te ajudar a lutar contra o mortos-vivos também é válido e útil. Vou dar o exemplo de uma fase que gostei muito um posto de gasolina.

Primeiro cheguei com o carro, atropelei um tanto deles, depois sai do carro e subi em alguns tambores e, de um nível superior, o taco de baseball comeu solto, subi no prédio e em vez de utilizar armas contra os zumbis foi tudo na base do pé no peito até eles cairem na área eletrificada. No final, desliguei os geradores peguei o que era necessário entrei no carro e segui em frente. Se for só na base da foice, tua arma estraga rápido e fica bem mais complicado.

Desta forma o jogo segue, com alguns sustos, muitas missões, muito sangue e muita diversão garantida. O mais bacana é que com o Dead Island abriu um novo leque de jogos que antes eu não tinha nem vontade de jogar e agora estou curioso, por exemplo quero conferir Left 4 Dead e Rising Dead, e quem diria que isto iria acontecer por conta de um trailer “totalmente excelente”.

Para não falar que tudo são flores tenho algumas reclamações do game, elas não comprometem em nada o jogo, mas poderia ser melhorada para uma eventual continuação. 1) Os personagens não tem uma expressão muito bem trabalhada, a famosa cara de nada, parecem modelos em desfile da Colcci 2) de vez em quando um braço entra ou sai da parede, 3) você fica horas e horas jogando e não muda de dia para noite e não tem variação climática, 4) o Sangue é estranho em alguns momentos.

Coisas que tenho que fazer ainda:

Terminar o jogo com a Purna, Xian Mei e Sam B;
Jogar em modo Co-op

Configuração recomendada:

Joguei meu Dead Island em um Playstation 3, mas quem quiser jogar no computador segue a configuração recomendada

Sistema Operacinal: Windows 7
Processador: Core2Duo 2.66 GHz
Memária: 4 GB RAM
Placa de Vídeo: GeForce 9600 (1GB)
Disco Rígido: 7 GB de espaço livre

Links interessantes:

Site Oficial

Comprar Dead Island para Play 3

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Comprar Dead Island para Xbox 360

Este post foi escrito escutando o Seguinte Set List

That´s all folks

@hugomagalhaes
@eugostodejogar

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1 comentário

Publicado por em 11/10/2011 em Vídeo Game

 

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Uma resposta para “Dead Island – Resenha

  1. Liberiam

    11/10/2011 at 1:30 PM

    Correção, o video inicial nao é do Logan bebendo, uma vez que voce encontra com ele no bar, ponto 2, a Xian Mei é policial infiltrada, e a Purna é Ex-policial e atualmente guarda costas.
    Existe sim variaçao climatica, as vezes voce pega chuva ou outros, porem essas variaçoes possuem triggers, na maioria geograficos.
    Em relaçao a braços sairem das paredes, dependendo de como voce se posicionar em relaçao a porta, voce pode atravessar ela, ou os zumbis.
    Eu realmente achei o jogo, na ideia de sobrevivencia aberta, tem grandes semelhanças em relaçao a Dead rising, sendo um jogo que vale a pena.
    Em resumo, é um jogo que se espera uma boa continuaçao.
    (em relaçao a left 4 dead, é um otimo jogo, mas o estilo é totalmente diferente).

     

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