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O Jogo do Exterminador – Resenha

20 dez

Uma ficção científica de primeira grandeza estreia este fim de semana. Jogo do Exterminador foi uma grata surpresa que merece ser vista!
por Hugo Fernando

enders-game-poster

Senhoras e Senhores.

Primeiramente tenho que admitir minha falta de conhecimento. A primeira vez que escutei “O Jogo do Exterminador” associei diretamente com um jogo de videogame sobre o Exterminador do Futuro. Somente depois que fui relacionar com o livro clássico de ficção escrito por Orson Scott Card. #mybad

No filme, a Terra sofreu uma invasão pelos Formics, depois de muito sacrifício a raça alienígena foi derrotada e expulsa do nosso planeta, porém o estrago estava feito. O clima de paranoia extrema estava instaurado no planeta e um plano de preparação para evitar uma segunda invasão começou a ser delineado. Partindo da ideia que a melhor defesa é o ataque, um treinamento específico para lutar contra os formics começou a ser desenvolvido. Neste estudo descobriu-se que as crianças/adolescentes são as pessoas que tem o melhor desempenho em manipular as armas e tecnologias nesta guerra.

Com este cenário aparece em cena Andrew “Ender” Wiggin (Asa Butterfield), o caçula de três irmãos. Ele está em treinamento na escola militar comandada pelo Coronel Graff (Harrison Ford) e seu desempenho salta à vista de todos. Ele é tido como a pessoa que pode vencer a guerra. O que foi descrito até aqui são os 10/15 minutos iniciais do filme. A partir deste ponto é mostrado o treinamento específico do garoto, bem como seus relacionamentos e questionamentos sobre o que está acontecendo.

Confira o trailer abaixo:

Assisti ao filme sem muito conhecimento da história e sobre quais eram as características. Procurando fazer uma associação para entender o que estava vendo, na primeira meia hora do filme, achei que seria uma mistura de Harry Potter com Starship Troopers, esta tudo lá. O menino que sofre com os colegas e é tido como salvador, o tutor que confia em seu potencial, as turmas dentro da escola, tem até uma espécie de jogo. Tudo isso no espaço. Porém a medida que o filme vai passando e as correlações com o mundo hoje vão se estabelecendo, a impessoalidade da guerra, crianças na linha de frente em alguns exércitos, quando esta conexão é feita, você nota que a história é muito maior. Existe todo um drama de relacionamentos e conflitos que torna a história muito mais interessante. Não é apenas uma diversão com tiros no espaço. E é exatamente neste ponto que o filme pode ter seu calcanhar de aquiles. Sincera é honestamente não sei a  meninada de hoje vai entender isso. Está certo que o filme tem efeitos especiais muito bem executados, tem ação, porém não tem alívio cômico e o ritmo não é frenético! Eu achei que ficou muito bom da forma que está, mas se alguém for assistir esperando algo parecido com StarWars ep. III vai ficar decepcionado.

Hora da verdade.

Totalmente recomendado. Aproveite este fim de semana que precede o natal e, enquanto o povo todo soca as lojas para comprar o par de havaianas para dar para o amigo secreto, você pode assistir a um ótimo filme na telona do cinema. Sinceramente, no gênero ficção, foi o melhor filme que assisti este ano!

That´s all Folks.
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Publicado por em 20/12/2013 em Cinema, Estréia, Trailer

 

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