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Dominant Species – 11/dezembro

15 dez

Olá, pessoas!

Segue o relato.

Marcelo – Aracnídeos
Rafael – Mamíferos
Trentini – Répteis
Hélio – Insetos
Jorge – Pássaros
Tiago – Anfíbios

Apesar de alguns receios em jogar este título em 6 pessoas (o Jorge suava frio e esfregava, nervosamente, as mãos), com uma campanha forte promovida pelo Marcelo e pelo Trentini, não havia como impedir ou objetar. Creio, mesmo assim, que a decisão acabou sendo correta. O Rafael foi com os Mamíferos, o Trentini com os répteis, o Marcelo com os aracnídeos, o Jorge com os pássaros, o Hélio com os insetos e eu com os anfíbios. Como sei que o Marcelo é um assassino incontrolável, senti certa trepidação ao me ver dividindo as terras úmidas com ele. O que eu não esperava era que o genocida era outro, um inseto movido à energia solar. O Hélio foi um completo cretino. Após alguma especiação, tomei uma tundra na cabeça e depois de alguma competição, vi-me numa interessante condição: tinha 2 cubos no tabuleiro, e este tinha um único marcador de água. Estava muito perto da extinção.

Não contente com esses crimes, apesar do Marcelo pular na frente para pegar a carta Catástrofe, os aracnídeos ficaram sem dominância no tabuleiro para conseguir a carta, e esta sobrou ao Hélio, que ficou por 17 minutos considerando o tabuleiro até escolher um local onde usá-la. Implorei que ele usasse de uma vez, nem que fosse em cima de mim, mas que a usasse logo! Ele acabou optando por outro local, onde os mamíferos sofreram particularmente – os macacos avisaram que iriam se lembrar do ocorrido. Os aracnídeos também estavam matando sempre que podiam, no estilo “faço com os outros antes que façam comigo”, ainda que o “comigo” estivesse ocorrendo pouco e fosse só uma desculpa fraca para sentir o sabor de sangue que o Marcelo tanto gosta. Estávamos perto de nunca mais falarmos uns com os outros, tal o nível de ódio na mesa devido a ação de certos indivíduos.

Apesar de ser devastador como um meteoro, o Hélio estava brigando, com o Rafael e eu, na rabeira em pontos. O Marcelo, Trentini e Jorge brigavam na frente, com a liderança inicial sendo do Trentini, que ia dominando e pontuando a primeira região de mar que aparecera. Isso só durou até o Jorge tomar controle das tundras e da carta de sobrevivência, pontuando forte em rodadas seguidas.

Indo para o final, o Jorge tinha larga vantagem, mas suas posições eram frágeis e ele foi superado em quase todos os locais, pontuando minimamente. O Marcelo, ao contrário, tinha uma situação confortável, ocupando com propriedade certas áreas valiosas. Porém, antes, ele tivera entreveros com os mamíferos (Rafael), que, como eu, com os anfíbios, quase fora eliminado do tabuleiro – também ele chegou a ficar só com 2 cubos. E a sanha dos aracnídeos em mordê-los não arrefecia. Isso foi a queda destes, pois, na oportunidade que teve, os mamíferos extinguiram os aracnídeos de uma área valiosa, impedindo o ganho de pontos deles ali.

Os répteis do Trentini estavam bem espalhados, e populosos em certos locais de valor. Nestes, com especiação, passei-o, pois previa que era ele que iria mais pontuar no final. Porém, ele pontuou mais do que eu esperava, pois não lembrei corretamente como a pontuação da carta de era do gelo funcionava – achei que era pontuação de acordo com os valores dos locais com dominação, e não pela quantidade de áreas com dominação (que é o correto). Assim, nada fiz para tentar barrar a migração dos répteis para diversas tundras, optando por fazer uma nova (e desnecessária) especiação. Isso foi relevante, pois o Trentini pontuou 30 pontos no final (15 na carta de era do gelo, mais 15 na pontuação pela carta de sobrevivência) além de mais alguns pontos por segunda ou terceira posição no controle das áreas.

Dessa maneira, os répteis venceram confortavelmente, com o Trentini habilidosamente mantendo-se em segundo ou terceiro, sem competir demais com qualquer um, para não obter a vingança das pessoas, e mantendo o foco em outros. Os répteis chegaram aos 89 pontos, seguidos pelos aracnídeos, com 78, os quais venceriam, não fosse a rusga feia que tiveram com os mamíferos. Eu acabei conseguindo sair da posição de lanterninha para o terceiro lugar, com 73. O Hélio, empurrado adiante pelo povo, foi até 69. Os mamíferos, apesar de erros diversos cometidos pelo Rafael, superaram os pássaros por 1 ponto, chegando a 65, com o Jorge, indo de primeiro à último, devido à perseguição dirigida ao líder.

A partida durou “ligeiras” 3h05.

E foi isso!

Abs,

 
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Publicado por em 15/12/2015 em BoardGames, Jogos

 

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