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Arquivo da tag: Horror Moderno

Penny Dreadful – A Serie de TV

@cacorpg é uma fã de seriados e filmes, especialmente quando eles são baseados ou inspirados por livros ou quadrinhos.Pois é através das imagens que a nossa imaginação se fortalece!

Em conversas recentes com o amigo Duncan Salazar (aka: Leandro L. C. E Rodrigues) pedi a ele indicação de novos seriados para assistir o que ele prontamente me deu uma enorme lista, o Leandro como eu assiste tudo sem preconceito só para ter, mais e mais material para se inspirar quando pratica o real oficio de mestrar RPG.

Penny Dreadful é sem dúvida um seriado clássico para quem curte RPG’s diferentes, ele tem uma pegada que pode ser usada tanto um Call of Cthulhu (em especial a serie Cthulhu by Gasligth), ou num Castle Falkenstein, ou ainda se preferir um Victorian Age: Vampire, mas é impossível para um bom nerd (um bom nerd é aquele que tem múltiplas nerdices ocupacionais) não observar o seriado com os olhos do grande Alan Moore em sua aclamada The League of Extraordinary Gentleman.

Em Penny Dreadfull, temos no elenco principal:

  • Timothy Dalton como Sir Malcolm Murray, experiente explorador da África negra, a quem não podemos deixar de associar com o Sir Allan Quartermain, Sir Murray é também o pai de Mina Murray (Aka: Mina Harkey, na Liga)
  • Eva Green como Vanessa Ives, enigmática e misteriosa Miss Ives é única personagem do seriado a quem não pude associar diretamente com alguém histórico, ela é o elo sobrenatural que une os demais personagens através de suas visões e de uma possível alusão com um demônio.
  • Josh Hartnett como Ethan Chandler, Charmosos, jovem e rápido no gatilho, na versão para o cinema da Liga ele poderia ser Tom Sawyer, mas qualquer personagem do velho oeste completaria esta figura.
  •  Harry Treadaway como Victor Frankenstein, O dr. Frankestein dispensa apresentações, como na versão relatada por Mary Shelley, este seriado também é um excelente e inspirador tema para mestres e jogadores de Promethean: The Created, mostandro as agruras de ser o monstro ou criador.
  • Reeve Carney como Dorian Gray, como a personagem criada por Oscar Wilde, Dorian é um jovem charmosos, confiante enigmático e sem duvia com o passar do tempo se mostrara cruel.

Todavia com tantos elementos, fantasioso, fantásticos ou ficcionais o seriado é bem “pé no chão” mostrando a Londres Vitoriana de 1891, como ela era, suja com grandes diferenças equalitarias, com a tuberculose tomando seu quinhão da população como o grande mal referido no seriado como “the comsuption”, e as ruas repletas de medo e pobreza. Jack the Ripper ( Jack o estripador) é citado várias vezes em passagens deslocadas ao longo do tema principal, que consiste na busca de Sir Murray em localizar sua filha Mina que se encontra em poder de uma criatura imortal muito poderosa (Drácula??!!).

Penny Dreadful vale a pena assistir pelos seus inúmeros elementos que podem trazer muita inspiração a mestres e jogadores, ajudando os mais inexperientes a conhecer uma pouco mais da realidade de alguns dos grandes cenários de RPG, com uma dose mais real em seus jogos.

Game On!

 
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Publicado por em 09/06/2014 em RPG

 

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Rosa Imortal – Um Novo Florescer – Resenha

@cacorpg gosta muito de ler, e fica cada dia mais feliz em ver a literatura de ficção científica e fantasia crescendo no país.

Grata foi a minha surpresa, em finalmente conseguir um tempo pra ler o Rosa Imortal , romanceda minha amiga de longa data Tani Falabello, eu a conheci pelo antigo LARP Curitiba By Night e La nos dividimos muitas experiências bacanas, jogando, viajando e conhecendo gente nova pelo Brasil todo. oda essa bagagem a Tani transformou em algo palpável, ao escrever seu livro!

Durante o ultimo WRPGFest, sai com vários tesouros e um deles foi o exemplar autografado pela minha amiga, e outras leituras mais técnicas me obrigaram a postergar a leitura do livro.

Quanto iniciei o livro estava com o pé atrás justamente por este momento o de escrever sobre ele, o medo de talvez ler e ter que escrever uma critica dura ao trabalho de uma amiga não é fácil, todavia como formador de opinião tenho que ser leal ao meu publico ao recomendar uma obra/jogo ou mesmo apontar defeitos quando estes venham existir, sabemos que nenhuma obra é realmente perfeita, mas alguns defeitos acabam por estragar o prazer de ler uma boa historia.

Eu vou iniciar a resenha com uma anotação que fiz sobre o livro já nos primeiros capítulos e então vou discorrer sobre isso, os principais personagens e em linhas gerais sobre a trama, em linhas bem gerais para que quem queira vir a ler possa ainda ser instigado a fazê-lo, mas sem perder a graça de descobrir os meandros que uma historia de vampiros precisa ter.

Tani Falabello apresentando o Rosa Imortal ao publico do WRPGFest 2012.

Tani Falabello apresentando o Rosa Imortal ao publico do WRPGFest 2012.

Eu tomo notas sempre que estou lendo alguma coisa, a boa e velha memória nos trai a todo tempo e com algumas notas sobre os personagens ou cenários podemos nos avivar das cenas lidas com o espaço de tempo grande, o Rosa Imortal torna a leitura muito fácil, seis capítulos são curtos, geralmente uma ou duas paginas apenas e há um bailado entre os personagens que vão se alternando a fim de contar uma mesma historia de diferentes pontos de vista.

As personagens mais marcantes são mulheres, e muito embora tenhamos presente muitas variações na apresentação dos personagens masculinos, os que se destacam e ficam impressos na memória são os personagens femininos, este é um traço que comumente observo em escritoras, mas não é uma regra.

Para quem já jogou Vampiro a Mascara, a associação com os conhecidos clãs vampiríricos da Camarilla e parte de sua estrutura política ficam muito evidentes, traço que certamente Tani trouxe dos seus longos anos jogando RPG e LARP no velho mundo das trevas. Todavia para o leitor que esta adentrando no livro sem a o conhecimento prévio do jogo criado por Mark Rein·Hagen  em 1990-92 há uma ambientação solida e de fácil entendimento.

Um destaque vai para a velha Londres, cidade que sempre foi cercada de mistérios diversos, e casa tão bem com vampiros seja atualmente ou nos anos 60 onde se passa a historia, espionagem intriga romance e traição estão presentes durante todo o livro, para mim a historia foi uma boa descrição de uma aventura de RPG, e sinto que influenciado por este clima e pelo meu antecedente como jogador, posso falhar em perceber algo que traga demérito a ela. A cada personagem descrita eu via malkavianos, tremeres  ventrues e nosferatus construindo a historia. O livro todo é recheado de citações musicais, todas apropriadamente escolhidas conforme a cena e em total sincronia com os hits da época.

Eu recomendo a leitura do Rosa Imortal tanto para fãs de Vampire The Masquerade, quanto para quem é apaixonado pelo mito do vampiro, certamente ambos irão se surpreender com a leitura.

File:Vampmasq.jpg

Fica aqui o meu pedido para a Tani Falabello, que caso ela tenha as fichas dos personagens do livro, eu gostaria muito de publicá-las para que o publico leitor pudesse usar o Rosa Imortal como mais um cenário possível dentro do Mundo das Trevas, utilizando o rico background apresentado no livro!

FICHA TÉCNICA:

Descrição: Na sombria Londres dos anos 60, um grupo seleto de pessoas chama a atenção de agentes secretos e jornalistas, quem no mundo real imaginaria que estavam lidando com Vampiros.
Autor (s): Tani Falabello
ISBN: – 856249710-0
Ano: 2012
Editora: Literata
Acabamento: Brochura
Número de Páginas: 425
Formato: 16 x 24
Idioma: Português

Se ao ler você ficou curioso a respeito, compre o livro na Nerd Mega Store, nossa parceira fiel.

Game On!

 
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Publicado por em 27/02/2013 em Geral, Literatura

 

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The Following – Nova Série na TV fechada.

@cacorpg, gosta de assistir filmes e seriados pois vê uma possível nova aventura de RPG a cada nova historia, deixe sua imaginação fazer o mesmo por você!

Olá gamers

Hoje trago pra vocês um seriado, ao contrario de filmes e livros, ainda não sabemos como ira acabar, se haverão mãos temporadas, ou se ficará ruim com o passar do tempo, mas  agora com apenas dois capítulos lançando, a nova serie de Kevin Willianson ( escritor e produtor dos roteiros Scream  – Pânico ) The Following ( ainda sem nome em português) esta boa demais para quem quer ver uma serie de real suspense.

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Publicado por em 06/02/2013 em Séries, Trailer

 

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13 Casas Mal Assombradas – Parte Nove

@cacorpg escreve esta coluna com a intenção de terminar as treze casas ate o próximo Hallow’s Eve, ( e agora já sabendo que não conseguirá) e foi severamente influenciado a isso pela serie  de TV American Horror Story, que por sinal é muito boa …

Neste mês eu lhes trago uma localidade especial, esta ligada a pratica de bruxaria na América dos colonos,e em tempos modernos, os médicos bruxos holandeses ou PlowHows, curavam pessoas e animais, tiravam a má sorte ( o a colocavam) e muitos outros sortilégios simples, estas praticas tidas como sobrenaturais, eram levadas muito a serio na época e foi isso que causou a morte do Bruxo Nelson Rehmeyer! confiram e tenham um ótimo mês das bruxas!

Rehmeyer’s Hollow (Hex Murder House)
Shrewsbury, Pennsylvania

Hex Murder House ou a Casa do Bruxo Assassinado – foto da época.

Dois membros da comunidade holandesa da Pensilvânia, encontraram-se em uma encruzilhada de simultânea má sorte. Eles acreditavam ter sido enfeitiçados por Nelson Rehmeyer. Uma sessão de expurgo foi convocado para a queima do livro do bruxo mais uma mecha de cabelo e com isso o fim da suposta magia.

Blymire

john Blymire foi um dos principais arquitetos do assassinado de Nelson Rehmeyer, pois acreditava ter sido enfeitiçado pelo seu concorrente.

O que começou como uma visita para recuperar o livro de bruxarias se transformou em um dos assassinatos mais sensacionais do país. Em 27 de novembro de 1928, os três homens estrangularam e espancaram Rehmeyer até a morte, quando ele se recusou a cumprir com suas demandas. Em um esforço para cobrir o crime, eles tentaram incendiar a casa. Mas, o fogo morreu rapidamente, deixando muitas evidências apontando para os assassinos. Diz-se que o espírito de Nelson Rehmeyer assombra Rehmeyer Hollow, também chamado de A Casa do Bruxo, que abriu como uma exposição histórica, em 2007, sendo o proprietário o bisneto de Rehmeyer Ricky Ebaugh.

O livro de magias de Nelson Rehmeyer, referido pelos locais como Long Lost Tome, ainda se encontra desaparecido. O médicos-bruxos holandeses eram de chamados de PowHows, e muitas de suas ciras podem ser encontradas num compendio escrito por John Geoge Hohman’s e baixado aqui.

Minha sugestão é para se usar em qualquer RPG de terror, mas cai como uma luva no RPG Witchcraft de CJ Carella, se você contextualizar na velha Pensilvânia de colonização holandesa uma guerra entre bruxos ou cabais de bruxos.

Capa do RPG Witchcraft de CJ Carella.

Confira também a parte 1 ; parte 2parte 3parte 4parte 5parte 6; parte 7 e parte 8.

Game On e happy  Hallow’s Eve!

 
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Publicado por em 17/10/2012 em RPG

 

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O Abismo Infinito – RESENHA e Promoção

Grata foi a sensação ao ler este livro para resenhá-lo, por Caco

Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não tornar-se também um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você.

Friedrich Nietzsche

Mais uma vez eu estou maravilhado com o John Bogéa (que achado hein Guilherme). Terminei de ler o Abismo Infinito e posso dizer que, sem dúvida alguma, é um dos cenários mais bem escritos para se jogar um jogo de ficção cientifica que eu já pude ler, mas como nem tudo são rosas, mais uma vez esbarro no sistema. Sendo eu um jogador mecanicista, me sinto sozinho no espaço do novos RPG’s narrativistas. Não entendeu? Eu explico…

Abismo Infinito, ou simplesmente AI como irei se referir a ele doravante, é um RPG de narrativa livre no qual os jogadores se propõem a explorar o infinito do espaço e, como verdadeiros heróis, trazerem algum alento a devastada terra ( podem usar aqui o trocadilho como acharem melhor) no longícuo ano de 3000. Sim,a nossa Terra já era, precisamos de recursos e lugares habitáveis para continuar nossa eterna sina de destruir tudo ao nosso redor.

Parece um cenário pessimista? Mas não é, na verdade é bem pelo contrário. Em AI os jogadores são Argonautas, ou seja, fazem parte da tripulação de uma nave de exploração Classe Argos. Os argonautas são a última esperança da Terra. São eles os abnegados heróis que viajarão dezenas e talvez até centenas de anos em busca de novos planetas para terraformar, ou minerar, ou de alguma forma explorar em beneficio daqueles que simplesmente resolveram ficar na Terra e levar suas pacatas vidas presas ao um respirador de boca (assumindo que nesta época em muitos lugares o ar já se tornou novamente irrespirável sem esses aparatos).

O capítulo chamado Expedições ao Infinito, descreve a situação da Terra. Todas as nuances sobre a exploração, os perigos já conhecidos do espaço, como asteróides, buracos negros, explosões solares, ventos solares (radiativos) são descritas nesse capítulo. Também são descritos os malefícios de se hibernar durante muito tempo a fim de realizar estas longas viagens sem envelhecer. Minha referência visual é do recente filme Prometheus, e também do clássico O planeta dos Macacos (versão de 1968). Alguns membros da tripulação acordando e sendo recepcionados por máquinas e andróides, descobrindo que um dos membros não conseguiu chegar ao destino pois sua cápsula criogênica falhou!

Mas espere, morrer antes de chegar ao destino não é o pior destino de um argonauta, há várias doenças e malefícios ligados a criogenia prolongada que ainda estão em estudo. Um desses males é conhecido como sonhar acordado, no qual o argonauta está acordado e sua mente pensa que ele continua a dormir, ou ele continua a dormir e sua mente pensa que ele esta acordado!

O capítulo Caindo no Abismo nos mostra como explorar e utilizar todo o condensado, porem riquíssimo, cenário que foi apresentado anteriormente. Aqui o autor revela em quais fontes ele bebeu… (eu ouvi alguém falando interiormente Cthulhu? Se foi errou não tem Cthulhu nesse livro, ele pode ate aparecer na sua aventura, mas ai é com você!).

O capítulo Gênese e Resolução explica as regras, que na minha parca experiência com jogos narrativos, me dizem ser o menos importante. Os argonautas são construídos com duas bases sólidas para a narração da história seus medos primordiais (cada jogador deve escolher pelo menos 1) e suas âncoras (em numero de 1 a 6). Estas duas características apenas somadas a uma frase de efeito, uma profissão e obviamente ao nome do personagem são suficientes para o Mestre do Espaço ou só mestre, colocar profundamente o medo no coraçãozinho dos jogadores. Os narradores com uma pegada sadística vão se deliciar ao torturar os jogadores por horas sem que eles (pobrezinhos) saibam que estão, ou não, sonhando.

Todas as regras são voltadas para a narração de cenas. Então se você pretende se candidatar a uma vaga de mestre do espaço leia muito e assista muitos, muitos filmes (os B são geralmente os melhores).

É neste capitulo que “a porca torce o rabo”. O jogo trata-se um jogo de ficção cientifica, dos bons, porém ele não é um jogo HARD SCIFI, onde existem muitas listas de equipamentos mirabolantes, armamentos, gadgets científicos e todas essa parafernália que acompanha um cenário de ficção cientifica. Como eu sou um jogador e mestre que não esta acostumado com o narrativismo, minha primeira grande idéia foi transferir o cenário para o RPG Traveller (quem já jogou sabe que é bom demais), para então desfrutar do aterrorizante cenário no meio de inúmeras regras mirabolantes de naves e equipamentos (mas bem esse sou eu!) Tenho certeza que você leitor, e narrador mais jovem, terá muito mais maleabilidade e utilizará este livro na integra.

No capítulo final, Conduzindo o Pesadelo, vem o acabamento do jogo. Umas pinceladas que delimitam os poderes e deveres do mestre do espaço, além de dicas para os mestres: como sintonizar o grupo com a história, o clima e os demais elementos do jogo, como criar as aventuras, dicas para narrar as manisfetações e ilusões e, é lógico, uma aventura pronta para guiar os mestres mais carentes de experiência. Fecha o capitulo o cenário de Autocnia-66 sendo descrito para tanto servir de exemplo para a criação de novos modelos como para ser integramente utilizada durante as aventuras.

Sobre CD de áudio: São 12 trilhas (tracks) para dar um clima denso as suas aventuras. Combine a música de fundo do CD e diminua as luzes da sala, e eu garanto que 40% do medo estará presente em sua narrativa. Não são musiquinhas, são sons de fundo, que ajudam  a caracterizar os ambientes de nave, espaço e planeta, todas eles foram muito bem escolhidas!

Para completar, posso dizer que a leitura foi pesada (pelo clima), mas extremamente agradável. Junto a leitura vieram muitas lembranças e referências, bons filmes assistidos e livros lidos. A pesquisa do John foi de primeiríssima qualidade. Sem dúvida, se ele tivesse tido a oportunidade de lançar esse livro no mercado americano, receberia uma proposta do querido Steve Jackson para fazer um GUPRS Abismo Infinito.

Se você é um fã de ficção, não deixe de ler este livor!, Mesmo que seja somente pelo cenário.

…se você escreve RPG’s de ficção, eu ainda estou no aguardo de um RPG brasileiro que concatene um bom cenário, com uma enciclopédia de regras!

Para os fãs do tupiniquim fica a dica de conhecer também o RPG Nacional chamado Millênia de Igor Moraes, lançado na década de 80 pela GSA.

Para fechar essa matéria com chave de ouro, vai aqui uma das nossas promoções espetaculares. A RETROPUNK Editora e o Blog Eu GOSTO DE JOGAR  darão um exclusivo Abismos Infinito autografado pelo John durante a WRF2012. O prêmio consiste no livro autografado com cd de áudio incluso e um escudo do mestre.

 Promoção O Abismo infinito vai tragar você!

Para ganhar é fácil, fácil basta achar a página do Eu Gosto de Jogar no facebook (não, não daremos o link aqui, você terá de batalhar pelo seu prêmio jovem argonauta). Na pagina do facebook você deverá achar o post com a  foto do autógrafo exclusivo para os leitores do blog, dar um curtir no post, na página e também na página da RETROPUNK, por fim compartilhar a postagem na sua linha do tempo. Faça isso quantas vezes achar melhor, cada compartilhamento será contabilizado a seu favor! O sorteio será pelo Facebook/sorteie-me no dia 29/09/2012

Siga o resuminho pra não se perder:

1-       Vá ate a página do Eu Gosto de Jogar. (curta ela)

2-       Ache a postagem com a foto do autografo do John.

3-       Curta essa postagem

4-       Compartilhe essa postagem e se certifique que Url do sorteie-me esta sendo compartilhada.

5-       Vá ate a página da Retropunk Editora e curta ela também.

Game On!


 
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Publicado por em 19/09/2012 em Geral, RPG

 

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Conheça Mais sobre o Terra Devastada Card Game

Em primeira mão vamos publicar uma resenha não oficial do jogo Terra Devastada – Card Game que sera lançada em breve pela RETROPUNK Editora por financiamento coletivo, e enquanto aguardamos  com ansiedade vamos colhendo informações aqui é ali, mas nada publico se compara a uma resenha escrita pelo autor do jogo Ramsés Sohn, confira abaixo o que é a  primeira colaboração do autor para o Eu Gosto de jogar, e eu realmente espero que não seja a ultima.

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Publicado por em 08/08/2012 em Cardgames, Eventos

 

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Conheça A Fita – RPG Narrativo Gratuito – DROPS

Bom dia Gamers,

Esta semana eu tenho tentado muito entender as mecanicas por tars dos RPG’s narrativos e tenho procurado entrar em contado com o maior numero deles possível, foi uma grata surpresa ter conhecido no Facebook o Diego Astaurete, e ter acesso ao A Fita, onde a narrativa se desenvolve em uma fita gravada, particularmente mesmo sem ter lido totalmente o RPG, já gostei da premissa básica pelo clima oitentista contido, eu gravei muitas coisas em VHS e algumas foram bem divertidas.

A FITA – UM RPG NARRATIVO DE HORROR CONTEMPORÂNEO

Sempre me perguntei quando é que deixaria de pensar em escrever um livro de RPG, e passaria realmente a escrever um. Bem, meu conhecimento da Língua Portuguesa não ultrapassa os limites da normalidade e isso poderia ser um impasse, meu pouco conhecimento na área de design de jogos também poderia ser, mas mesmo assim decidi me dedicar ao meu hobbie preferido.

Na noite de quarta feira do dia 06/06/2012, eu estava em frente ao computador buscando inspirações para escrever, queria falar sobre aventureiros mirins que enfrentavam monstros que vieram para aterrorizar seu bairro, ao melhor estilo cine trash e sessão da tarde juntos, mas sentia que isso não me agradava de alguma forma.
Dei uma lida no acervo que se encontra no blog garagem rpg, e lá pude ter contato com a forma de jogo que realmente me agrada, que é a dos jogos Indies, que são rápidos e também muito práticos. Meu inglês é bem básico, então meu acesso a material sobre game design é bem restrito, e tudo que sei aprendi por lá mesmo.

Enquanto mexia no computador buscando uma fonte de inspiração, resolvi ver um filme chamado “Atividade Paranormal 3”, foi então que um clarão invadiu minha mente, vou fazer um RPG ao melhor estilo Found Footage, nos dias que seguiram eu pesquisei sobre o assunto e vi o que poderia ser utilizado em um jogo de RPG, e fui filtrando o tema e cheguei ao jogo que batizei como ” A FITA “.

DO QUE SE TRATA
A Fita trata-se de um RPG de narrativa compartilhada, ou seja, os jogadores deverão através de uma premissa dada pelo mediador, criar uma história envolvendo algum incidente que foi gravado por uma fita de vídeo, acidentalmente ou não. Para jogar não são necessários dados como em um RPG convencional, tudo o que você precisa é de um cronômetro, lápis, um pedaço de papel, e obviamente, alguns dos seus amigos.

DIFERENTES HISTÓRIAS
Para algumas pessoas uma fita de vídeo serve para guardar agradáveis momentos da vida, sejam eles de sucessos profissionais, momentos pessoais, dentre outras coisas. Já para outras elas guardam documentários importantes sobre determinados tipos de assunto, a questão é que em alguns casos, essas fitas acabam registrando um momento desagradável e trágico.
Quem sobrevive a esses eventos acaba compartilhando com os outros, dizendo o que sentiu naquele momento, onde sua fé estava depositada e que só queria que tudo voltasse a ser como antes. Mas os que desaparecem sem deixar nenhum vestígio, os que claramente já deixaram esse mundo, dependem da boa vontade de pessoas curiosas e empenhadas em descobrir o conteúdo da gravação para entender o que realmente aconteceu.
O conteúdo da fita é algo realmente trágico, os parentes das vitimas talvez não estivessem preparados para o que iriam encontrar, e teriam o árduo trabalho de desvendar todo o conteúdo do vídeo que talvez tivesse sido encontrado no fundo de um lago, nos esgotos de uma cidade, ou em uma cabana no meio da floresta a mercê de fungos e bichos que poderiam destruir seu conteúdo.
Cada minuto é precioso, um sorriso no rosto, uma confissão, um flagra, qualquer coisa, para a família das vitimas a verdade acaba sendo o único conforto e ao mesmo tempo a maior dor.  Todos aqueles sorrisos da turma que saiu de férias para a casa no campo, ou uma expedição ao Himalaia de cunho totalmente cientifico, todos são momentos que precisavam ser registrados. Resta aos jogadores agora descobrirem o real conteúdo da fita e tirar o incidente do anonimato.

LINK PARA DOWNLOAD DO COUNTEÚDO: http://www.4shared.com/office/ayjulTi8/A_FITA_-_RPG.html

Fica a oportunidade então para quem quiser conhecer esse projeto onde eu deposito muita seriedade em seu desenvolvimento, espero que as pessoas que resolverem testar o jogo me retornem como foi a experiência, pois dessa forma posso levar o projeto a patamares cada vez maiores!

 

 

 

 

 

DIEGO SILVA ASTAURETE:

25 anos, Trabalha com Autocad na parte de projetos de Engenharia e Arquitetura na prefeitura de seu pequeno município, também trabalha com materiais gráficos para impressão ou para web. Nos tempos livres, costuma escrever e jogar RPG.

 

Aproveitem a dica e Game On!

 
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Publicado por em 30/06/2012 em Geral, RPG

 

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