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=GUERRA DE BRINQUEDO= Escrevendo SAGAs

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No clube de wargames de Curitiba, TROPAS POLARES, fui convidado a participar de um sistema de jogo para a era Viking ! , com o nome mais que  apropriado de  SAGA !

O sistema Saga preconiza o uso de miniaturas individuais na escala de 28mm ( 1:56 ) , mas notei que miniaturas um pouco menores como a 20mm ( 1:72 ), uma escala clássica de colecionismo  também poderia ser usado , algo próximo a uma centena de miniaturas serve para montar bandos de guerra diversificados para ambos os lados em uma configuração de partida média a grande.

O sistema mostrou-se muito dinâmico, ágil e interessante.
Inicialmente os guerreiros das diversas facções, como normandos, vikings, escotos, entre outros tem atributos semelhantes, para as tropas conscritas, veteranas e de elite, mas o grande diferencial vem na folha da facção, que é onde se encontram as características peculiares, próprias e especiais inerentes a cada exército.

Para fazer uso destas habilidades e atributos diferenciados é preciso que o jogador faça um planejamento de ações usando seu reservatório de dados de combate, com um pouco de sorte, mas principalmente astúcia, os dados podem ser distribuidos para efetuar ações e usar habilidades pré-planejadas que vão determinar a performance daquela facção ou afetar a do adversário e vão conduzir os rumos da batalha, é um sistema muito esperto que consegue representar os jogos de guerra com  miniatura a nível escaramuça com aspectos de wargame de tabuleiro.

O resto é ver e provar, acompanhe a reportagem da batalha, em um partida de 06 pontos, a configuração média para o sistema,  na esmerada narrativa de LUCCA ZANETTI , o dono dos exércitos, proponente da partida e grande fomentador de Saga na Capital :

 

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Publicado por em 17/04/2014 em Geral

 

Capitão América: Soldado Invernal – Resenha

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A Marvel está colocando em outro patamar, não só os filmes de herói, e sim os filmes de ação! Capitão América: Soldado Invernal é a prova concreta disso.
por Hugo Fernando

Há alguns meses escrevi uma resenha falando o quanto o segundo filme do Thor foi melhor que o primeiro e que, provavelmente, seria o melhore filme na fase 2 do projeto Vingadores., pois bem, estava certo quando afirmei que o filme era melhor que o primeiro, porém o segundo Capitão América acaba de tirar a Coroa de Thor 2 como o melhor filme da fase 2.

Esta sequência faz referência ao primeiro longa, porém, por se passar quase 70 anos depois do primeiro, não chega a ser uma continuação.

A fatos de Capitão América: Soldado Invernal está mais para uma sequência de Vingadores. A história dos personagens, bem como toda a trama envolvendo a S.H.I.E.L.D. parte dos acontecimentos na cidade de New York.

A história começa quando a toda poderosa SHIELD está na fase final para implantar um novo projeto de proteção mundial baseado em seus aeroportaaviões e satélites. Algumas dúvidas pairam na cabeça de Nick Fury e o projeto é suspenso momentaneamente. Neste ponto começa a teoria da conspiração e o Soldado Invernal entra em cena para eliminar quem está atrapalhando. Para proteger o projeto e a si mesmo, Nick Fury aciona o Capitão América. Agora começa a corrida de gato e rato. Cada personagem com seu objetivo de neutralizar um oponente.

O filme é de ação ininterrupta, mas vale o destaque para as cenas de luta corpo a corpo entre o Capitão América e o Soldado Invernal. Há uma briga de faca entre os dois personagens que deveria ser ensinada em todas as escolas de cinema do mundo de tão empolgante que é!

Não vou revelar quem é o Soldado Invernal para não estragar parte da graça do filme, mas para quem conhece a história dos quadrinhos a resposta é óbvia. Apesar do arco ser um pouco diferente do original, a história funcionou perfeitamente no cinema, para falar a verdade, acredito que na telona as histórias do Capitão estão muito mais interessantes do que nos quadrinhos. Tirando a fase do Mark Gruenwald, o Capitão América, para mim, somente foi interessante logo depois do 11 de setembro, a versão Ultimate e quando o Ed Brubake escreveu! Por falar neste último escritor, todos já conhecem e acham fácil o Stan Lee nos filmes dos heróis da Marvel, quero ver você reconhecer o Ed Brubake em sua participação especial!

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Publicado por em 10/04/2014 em Cinema, Trailer, Vídeo Game

 

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Android: Netrunner – como começar

Embora seja possível jogar Android:Netrunner com cartas alheias, não é algo recomendado. Eu gasto tanto tempo vendo as cartas que possuo, pensando em novos decks, e isso não daria certo se eu dependesse de meus colegas que possuem o jogo.

Temos um jogo que está entre um boardgame – que você compra e fim, no máximo uma expansão, se houver – e o Magic, onde você constantemente precisa comprar cartas e contar com a sorte.

Sabendo de antemão o que cada deck de A:Netrunner possui – os packs são pré-definidos – o jogador pode se limitar a um mínimo de compras. Aqui estão minhas sugestões:

1) Você obviamente deve começar com o Core. Não apenas nele estão as fichas, regras, etc., como ele possui cartas excelentes. Vendo os decks que possuo, a maioria contém uma quantidade grande de cartas do Core.

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Publicado por em 03/04/2014 em BoardGames, Cardgames

 

GUERRA DE BRINQUEDO = Wargames No Bunker

PortableWargameAustroPrussian01Por HerrMüller

E na última sessão de jogo no BUNKER II, foi tempo de guerra em dois períodos distintos, primeiro um wargame de tabuleiro de tipo clássico ‘hexagonos e marcadores’ com tabela de rolagem que se deslocam a esquerda ou direita conforme as vantagens e desvantagens táticas, um tipo de sistema notório e clássico para jogos deste genero :

CANHÕES DA GALÍCIA : aborda a frente russa durante a PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

Os russos devem conseguir ao final do tempo de campanha um mínimo de 4 pontos de influencia estratégica, conseguidos ao custo de 1 ponto por cidade inimiga tomada e 2 pontos por fortaleza inimiga conquistada, entretanto eles perdem 1 ponto a cada cidade perdida em território russo.
As cidades do império austro hungaro podem ser reconquistadas pelo mesmo, entretanto os soviéticos não reconquistam os pontos pelas cidades perdidas no seu território

 

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Publicado por em 29/03/2014 em Geral

 

Android: Netrunner

Android: Netrunner é, na minha opinião, um dos jogos mais absurdamente fantásticos que existem. Extremamente submersivo, ele possui uma característica rara em boards – a subjetividade.

Em resumo: um jogador representa uma empresa, uma Corp, que está tentando colocar em prática sem planos. O outro lado é um Runner, um hacker que busca roubar os planos da empresa antes que eles sejam postos em prátoca.

Um dos maiores desafios que existem é alguém explicar a um iniciante como se joga A:Netrunner bem. O jogo se desenvolve em um nível tão pessoal, as possibilidades são tantas que, creio, é preciso admitir que a intuição é muito influente. Visto que todas as ações, exceto uma, são opcionais – mesmo comprar uma carta, excetuando uma que a corp deve comprar todo turno, deve ser uma ação de escolha – é difícil dizer o que é melhor fazer em cada momento. Não há fórmula mágica.

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Publicado por em 20/03/2014 em BoardGames, Cardgames

 

Breve podcast e primeiro capítulo de “Os Aventureiros”

capa invasoresGostaria de mostrar para vocês um breve trecho do livro…

Podcast

No download vocês receberão um link que contém:

1. O início do livro.

2. Um podcast de alguns minutos da sessão de RPG que originou o livro.

3. Um breve guia para você ver como a aventura de RPG se tornou um romance!

O livro será disponibilizado futuramente em formato pdf, de forma gratuita. Mas se você quiser possuir o livro físico – que será limitado – além de outros brindes (um podcast maior, concorrer a outros livros, um cartão de agradecimento, etc.) – escreva para mim (gustavovazquezramos@gmail.com) ou acesse www.worldrpgfest.com.br.

 
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Publicado por em 18/03/2014 em Geral

 

Do RPG à história – “Os Invasores”

capa invasoresAno passado mestrei uma aventura de RPG com um sistema bem simples, que incentivava a interpretação, ligeiramente inspirado no sistema de Rastros de Cthulhu. Passado em um mundo medieval, mas bastante realista, os personagens eram pessoas sem grandes habilidades ou poderes, sendo que boas ideias valiam mais que qualquer rolagem de dado.

Durante alguns meses eu escrevi um romance desta aventura que, junto com a World RPG Fest, será publicado em abril deste ano. O livro será impresso no sistema on-demand – de um em um, de acordo com o interesse, além de que será comercializado virtualmente no futuro.

Temos bastante coisa para contar sobre o livro – como foram as aventuras, a adaptação, o sistema utilizado, etc., e semanalmente estamos publicando no blog da WRF informações, trechos, além de que colocaremos podcasts das sessões de jogo!

Se você tem interesse por livros de fantasia e/ou RPG, dê uma checada no site. Aqueles que fizerem pre-order do livro físico ganharão alguns brindes; futuramente o livro será vendido apenas em formato digital. Mas mesmo que você não queira o livro, se RPG for tua praia há várias coisas interessantes a se ver!

 
2 Comentários

Publicado por em 01/03/2014 em Geral

 
 
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