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Como era e como é!

Senhoras e Senhores.

Veja a evolução das coisas!

Para complementar olha só uma imagem de como era o jogo asteroides do Atari!

E veja o vídeo de como ficou a versão para Play 3!

É claro que o vídeo não consegue mostrar o efeito, mas este é o jogo em 3D mais bacana que eu já joguei no Play 3! Quando a nave explode você até desvia a cabeça!

O que será que vem pela frente?

A primeira imagem em vi no Brogui!

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Publicado por em 24/02/2012 em Vídeo Game

 

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Victoriana RPG – 2ª Edição – Resenha

Olá meus caros colegas de RPG. Você gosta de Steampunk? Aliás, o que é afinal Steampunk? Bem, “Steampunk” assim o “Cyberpunk” é um gênero estético que pode ser aplicado à literatura, quadrinhos, música, cinema, etc. A idéia do “steampunk” é a concepção especulativa de uma realidade onde a era vitoriana, ou a realidade do velho oeste, incorporaram elementos de ficção científica e fantasia.  Não vou me arriscar muito a ficar conceituando algo que nossos colegas do Conselho Steampunk fizeram tão bem. Bem, dito isto, posso afirmar com segurança: Victoriana é um RPG Steampunk dos bons. Foi escrito Kristian Bjorkelo, Andrew Peregrine, Scott Rhymer, Ian Sturrock e John Tuckey. A empresa editora é  Cubicle 7 Entertainment.

O foco em Victoriana é a vida no Império Britânico num mundo Steampunk. No mundo de Victoriana, temos Elfos (aqui chamados de Eldren), anões, gnomos, halflings, ogres e beastmens (homens-animais) convivendo com os nobres, burgueses e gentio da preconceituosa sociedade inglesa. O roleplay deve sempre ter em mente considerações acerca de classe, gênero e religião, considerando o background altamente conservador em que os jogadores estão inseridos. Uma boa parte do livro é dedicado à etiqueta vitoriana, sexualidade, religião e economia. Muitos dos pensamentos (em se tratando de teoria econômica, filosófica e científica) em discussão durante o período é abordado no livro. A religião é uma aspecto importante em Victoriana. Aqui a religião dominante é um análogo do cristianismo chamado de Aluminat (Aluminata). Aqui, a religião adquire os contornos do anglicanismo inglês fundido com a instituição romana. Outros nomes para análogos reais como o Judaísmo e o Islamismo também existem (exceto em relação ao Hinduísmo, algo que considerei meio gafoso visto que se o objetivo era evitar polêmica ou dar personalidade aos análogos fictícios, que se fizesse o mesmo em relação à fé indiana). Existem também descrições sobre coisas vitorianas ao redor do mundo. O Brasil e a América latina foram esquecidos, é claro.

No mundo de Victoriana existe magia. Magos fazem parte da sociedade e dependem de uma licença para praticá-la. As escolas mágicas de Necromancia e de Demonologia são consideradas proibidas (precisam de uma licença especial para sua utilização; a mera possessão deste conhecimento pode eleger o cárcere  do mago). Também é possível a utilização de poderes de fé e habilidade de mediunidade (que são mais seguras mas menos poderosas). Tecnologia à vapor também tem um papel importante no cenário, embora eu ache que neste ponto o RPG ficou devendo um pouco, sendo um pouco superficial nas inovações, mas enfim…

O sistema na 2ª edição é o Heresy, que pugna por  utilizar dados d6. Somam-se o valor de atributo+perícia. Têm-se o número de dados a serem rolados. Números 1 e 6 são sucessos. Os 6 podem ser re-rolados. Se mestre quiser aumentar a dificuldade, ele inclui os Black Dices, que são dados que, se rolarem 1 ou 6 subtraem sucessos, embora o 6 dos BDs não sejam re-rolados. O número de Black Dices incluídos variam de acordo com a dificuldade. É um sistema maneiro. Como de praxe também há uma sessão de equipamentos. Ela é bem completa e é um dos pontos altos do livro. Há mais à frente um bestiário. Bem útil e com criaturas assustadoras como anjos caídos a la Hellraiser e demônios, embora o foco seja seja, sem dúvida, o homem contra o homem (ou elfo, ogres, halflings…você me entendeu).

Bom, se você quer um RPG Steampunk que vá direto ao ponto, sem as esquisitices de um Castelo Falkenstein, simples e divertido, Victoriana é para você.

 
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Publicado por em 23/02/2012 em RPG

 

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Guerra de Brinquedo 8 – Naves Espaciais com novos autores

MATEUS – um novo participante do clube de wargames e miniaturismo de Curitiba, TROPAS POLARES, e  aficcionado por naves espaciais e grande colecionador de miniaturas do tema, resolveu desenvolver seu próprio sistema de jogo onde pudesse utilizar seu grande acervo de naves espaciais dos mais diversos universos ficcionais da melhor maneira possível , usando sua experiência com outros sistemas do gênero e seu desejo de ter um sistema próprio com tudo que pudesse ter de melhor no segmento denominou seu sistema de combate com naves espaciais de

PAX STELLARUM….

Inauguramos o SISTEMA com uma partida teste  que foi ambientada no universo STAR TREK , enquanto eu aguardo o relato da partida e suas impressões a respeito vou me adiantar e  tecer alguns comentários pessoais a respeito do que achei do sistema :

Um sistema completo, muito consistente, complexo mas não excessivo, e muito sofisticado.
Em suma é um sistema ‘perfeito’ !
Bastando tão somente alguns ajustes menores para torna-lo mais ou menos ágil ou dinâmico no desenrolar das partidas conforme a pontuação, na verdade é uma calibração que somente jogando com outros oponentes o autor do sistema consegue definir!

O Mateus não errou em momento algum na criação e elaboração do sistema, ele conhece sistemas variados que tratam deste tema de batalhas com naves espaciais e acho que conseguiu juntar o que havia de melhor aqui ou ali junto junto com suas idéias e criar um sistema que para mim tem muito futuro.

ME FALTA a experiencia adequada neste tipo de sistema para tecer comentários tão aprofundados, mas é que realmente eu gostei do que vi…..
Preciso agora conhecer um ou dois sistemas do tipo, os mais notórios que tenham por aí, como por exemplo o  BATTLEFLEET GOTHIC  ( algo assim ) da empresa  GW criadora do famoso WARHAMMER,  para ter o substrato necessário para opinar em vantagens e desvantagens entre este ou aquele sistema…..
Eu sou um notório jogador que procura simplicidade e agilidade em sistemas de combate, então pode ser que eu mude levemente minha opinião se algum dos sistemas conseguir brilhantismo com mais agilidade , mas como já disse, em se tratando de um jogo de combate com miniaturas na tematica de naves espaciais, o trabalho no sistema PAX STELLARUM está impecável e conseguiu colocar no jogo e na estratégia todos os ingredientes que este tema exige….
escudos de força, poder bélico futurista, manobrabilidade no espaço, sistemas de radar, contramedidas, etc….

E um ingrediente que acrescentou sabor a partida foi o fato de que as ‘peças de cenario’ neste jogo se movimentam!
Era uma questão opcional a ‘cenica’ da mesa ser dinamica ou não, mas ao optar por faze-la dinamica a coisa toda ficou mais interessante….
um sistema planetário, e 3 campos de asteróides que se deslocavam pela mesa a cada turno geravam situações perigosas a frotas desatentas, e a movimentação do terreno teve que ser levada em conta a cada rodada…..

Embora jogar mais para afinar e refinar o sistema até deixa-lo redondo e ágil para partidas de médio tamanho, sabendo o jogador que partidas pequenas poderão ser muito ágeis e partidas grandes não demorarão tanto assim.

PARABÉNS ao Mateus pela criação elaboração do seu sistema de combate com miniaturas no tema futurista de batalhas espaciais !


fase inicial do combate, minhas esquadras de naves verdes ( klingons ) se movimentam em somente um dos flancos do espaço sideral como uma armada bem coesa
nas setas em azul o movimento aproximado dos objetos siderais que permeavam o espaço na batalha


estágio avançado do combate espacial, após a destruição da nave líder do inimigo, sua vanguarda promove alguns estragos na minha frota , mas eu aproveito a ousadia do adversário contra atacando sua esquadra avançada, tomo controle de uma das naves inimigas através de um assalto impetuoso


situação final da batalha : o inimigo revida, manobra e causa danos, a situação é tensa…. mas a batalha termina inconclusiva pelo adiantado da hora….

 
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Publicado por em 23/02/2012 em Geral

 

Corte na cabeça. Torniquete no pescoço! LEIA!

Senhoras e Senhores.

Corte na cabeça. Torniquete no pescoço!

É com este sábio “dito popular” que eu vejo a forma como esta sendo tratado o assunto de Video Games pelo representante no senado o Sr. Valdir Raupp.

O senador apresentou o projeto de lei 170/06, em que, basicamente, alegando defender a tradição, costumes, cultos dos povos, ele quer criminalizar os games! Se você, fabrica, desenvolve, vende, importa um jogo, será considerado um criminoso.

Mais uma vez nos deparamos com aquele “papinho” que estamos cansados de escutar.

- “Quem joga “Doom” tem pacto com o demônio”

- ” O Fulano matou 15 na escola porque jogava Call of Duty”.

- “Beltrano bebeu o sangue da namorada porque joga RPG”

Na boa, isso é coisa de gente que quer tampar o sol com a peneira. Meu diploma de engenheiro não me da propriedade para afirmar sobre este assunto, mas apenas com meu bom senso, eu entendo que estrutura familiar, escola, ambiente e amigos tem muito mais influência, de forma positiva ou negativa, sobre o indivíduo do que qualquer video game ou RPG. Falar que a pessoa é violenta por que joga GTA, dizer que a pessoa é satanista por que joga RPG e ter um raciocínio muito limitado e de fácil influência pela mídia!

Mas infelizmente é assim e pode reparar, pelo menos uma ou duas vezes por ano, temos alguma notícia na TV e nos jornais associando uma fatalidade com jogos. Acho difícil isto mudar, para estas tragédias sempre é necessário um bode expiatório e como não temos representantes fortes e de influência, fica fácil a culpa cair sobre um livro de Vampiro.

Abaixo um pedaço do texto mostrando como nossos representantes no senado veem nossos jogos.

“No Brasil, a venda dos jogos Counter Strike e EverQuest está proibida em todo território nacional, desde 2008, de acordo com a decisão exarada pelo juiz da 17ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Minas Gerais, Carlos Alberto Simões de Tomaz, em Ação Civil Pública nº 2002.38.00.046529-6. Para esse juiz, os  jogos “trazem imanentes estímulos à subversão da ordem social, atentando contra o estado democrático e de direito e contra a segurança pública, impondo sua proibição e retirada do mercado” (conforme informações trazidas pela Folha online, de 28/01/2008).”

Mais um excerto do lei 170/06 que foi aprovada. Read the rest of this entry »

 
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Publicado por em 22/02/2012 em Vídeo Game

 

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Como perder 20 reais em 95 minutos ou Resenha do novo filme do Motoqueiro Fantasma!

Senhores e Senhoras.

A dica é fácil, vá até um cinemark em um fim de semana, escolha a versão 3D do Motoqueiro Fantasma pague o ingresso e assista o filme.

95 minutos depois você estará com raiva e sem 20 reais no bolso. Simples assim!

Na boa, queria fazer uma resenha bacana, elogiando um monte, fazendo uma comparação com os tempos do Motoqueiro desenhado pelo Mark Texeira na finada Marvel Force da editora globo, mas não vai dar, este filme não vale o tempo que vou levar para escrever.

Quando li que o filme teria a pegada do ótimo Adrenalina eu me empolguei. Doce ilusão.  Não chega nem perto. A história é horrível, banal e previsível, ainda mais se já assistiu a Superman II. O Nicolas Cage mais uma vez fica devendo. Respeito o cara pela devoção que ele tem pelos quadrinhos, mas ele não encaixou em nenhum personagem, talvez se ele fosse o vigia poderia dar certo, fora isso como Johnny Blaze não rolou.

Pronto, chega de falar do filme. Mas de qualquer forma, se você for um fã forte de quadrinhos como eu, ou uma pessoa com tendências masoquistas, assista o trailer e vá por sua conta e risco!

 
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Publicado por em 21/02/2012 em Cinema, Estréia

 

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Watch MAX PAYNE 3: Official Trailer #2 | Rockstar Games

Agora sim um jogo passado no Brasil que eu acho que vai valer a pena!

Max Payne 3 promete. Pelo o que vejo, teremos uma real integração e imersão na capital paulistana.

Veja o Trailer

Watch MAX PAYNE 3: Official Trailer #2 | Rockstar Games.

Site oficial

Alalaôôôôô!
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Publicado por em 18/02/2012 em Trailer, Vídeo Game

 

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Está todo mundo liberado!

Senhoras e Senhores hoje é sexta de carnaval.

Apesar de odiar com força esta época do ano, quatro dias de descanso não faz mal para ninguém.

Para entrar no clima, hoje a tarde comece a reduzir a marcha jogando.

Separei 2 joguinhos ótimos, todos antigos, mas muito bons e viciantes. São eles:

Learn To Fly.

 

Tower Defense 1.5.

 

E é isso, e como bem lembrou o @aneldecaveira, o meu grito de Carnaval também será:

“ACABE LOGO ESTA MERDA, PORRA!!!”

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Publicado por em 17/02/2012 em Vídeo Game

 

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Abraham Lincoln, Vampire Hunter – DROPS

Para quem não sabe, em 2010 foi lançado o livro Abraham Lincoln, Vampire Hunter por Seth Grahame-Smith, aquele que também tinha escrito a paródia da obra da Jane Austen, Orgulho e Preconceito e Zumbis, já lançada aqui na nossa terrinha.

Agora, seguindo a receita do dos high concepts (como Matadores de Vampiras Lésbicas; 2009) teremos a versão do livro pra tela grande (normal e em 3D). Um dos produtores será o senhor Tim Burton, que na minha opinião deveria aproveitar a ocasião para tirar a produção deste tipo filme da mesmice e buscar, mesmo sendo um argumento de filme bem zoado, extrair algo que de fato vá surpreender os fãs.

A princípio conta-se a história do jovem Abraham, que pelo seu pai, Thomas, tem revelada a existência dos vampiros. Na história do livro, o mote que fez Abraham se virar contra os sanguessugas é morte de sua mãe pelas mão de um vampiro em razão de Thomas não ter conseguido arcar com um certo débito.

Isso motiva o mocinho a persegui-los com ajuda de um vampiro bonzinho (Henry Sturges). Eventualmente Abraham, após conduzir uma caçada no Mississipi descobre, num leilão de escravos, que os escravos seriam usados para servirem como alimento pela elite escravagista (que seria composta na sua maioria de vampiros). Daí então, com os acontecimentos que se desdobram ele decide optar pela carreira política e lutar pela emancipação para matar seus inimigos de fome. O resto é spoiler, mas já aviso que o trailer demonstra algo que pode ter alterado alguns acontecimentos do livro. Para pior, é claro.

A estréia do filme ficaria para o dia 22 de Junho de 2012. Estamos aguardando.

É isso. Abraço a todos.

 
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Publicado por em 16/02/2012 em Cinema, Trailer

 

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GUERRA DE BRINQUEDO 7 – Construindo um jogo completo

-  JOGO ARTESANAL DE AVIAÇÃO DE CAÇA NA PRIMEIRA GRANDE GUERRA


Lembro quando conheci tardiamenteo jogo de computador FLYING CORPS nos anos 90, veio gratuito em uma revista.Um ótimo  jogo de tiro com aviões da primeira guerra mundial, em que voce podia tanto pilotar o avião de uma visão externa como também da cabine do piloto no melhor estilo simulador de vôo.E ele tinha muitas características de realismo, o avião ingles SOPWITH CAMEL e o alemão FOKKER TRIPLANO tinham o comportamento abrupto e perigoso dos aviões reais dotados com motores radiaias como na realidade….A manobrabilidade do Fokker Triplano para fazer uma curva a direita era uma coisa espantosa, porém não era difícil que o exagero na performance levasse a um parafuso ou mesmo a um acidente durante a decolagem….Os anos passaram e não vi surgirem outros grandes simuladores de guerra dos primórdios da aviação de caça, a não ser o contemporaneo de Flying Corps chamado Red Baron, que vinha com um manual contendo uma farta seção histórica contando a história do surgimento da aviação de caça e seus pilotos maravilhosos.

Então agora  indo dali pra cá em sistemas de jogos de guerra com miniaturas, nos temas mais diversos como segunda guerra mundial, guerras punicas, guerrilha moderna, apesar de sempre focados em infantaria, eu inevitavelmente imaginaria onde encontraria algum sistema ou jogo para batalhas de mesa entre aviões da primeira ou sengunda guerra mundial, e já pensava mesmo em criar alguma coisa no gênero.Não demorou e já vi alusões a um jogo muito famoso que aborda este tema, no caso um CARDGAME de nome WINGS OF WAR, em que baralhos de cartas específicos permitem representar as aeronaves da época e suas características  e também as manobras e performance que podiam fazer.

Tudo muito bom e divertido não fosse por alguns detalhes.

Por ser um jogo de cartas, faltaria alguma coisa TRIDIMENSIONAL no sistema, e acho que a questão da ALTITUDE dos aviões no combate foi a dimensão sacrificada para adequar o jogo as cartas ( por mais que parece que ouvi falar de uma versão avançada que implementa esta dimensão )

Outra objeção foi o fato de que por trabalhar exclusivamente com baralhos eu vi que a coisa era muito assim …. colecionável, e aí já pensei que o usuário empolgado poderia ter que se enredar em aquisição de lotes e lotes de baralhos para a coisa ficar mais divertida.

Inevitavelmente eu imaginei que poderia então criar um sistema próprio para jogar com os aviões em miniatura sobre uma mesa ou tabuleiro  e implementando o inevitável fator ALTITUDE, tão imprescindivel num jogo de combate de aviões.

Quando então eu vi que o meu amigo BARONE, autor de inúmeros sistemas de combate com miniaturas de temas diversos já havia feito algo neste sentido, fui corrrendo conferir  !

O sistema do Barone é para miniaturas sobre um tabuleiro hexagonal , é  completo e esta ali pronto e disponível para ser usado sem adaptações ou restrições, bastando ter as miniaturas de aviões e algum sistema para representar os 4 níveis de altitude que se pode atingir com os aviões, fica aqui a recomendação e o link para a cópia gratuita do belíssimo manual do sistema :

http://www.victorbarone.kit.net/wargame/files/barao_vermelho.pdf

MESMO ASSIM, eu acabei enveredando pelo caminho do desenvolvimento próprio, por alguns motivos simples a saber :

- um instinto nato de curiosidade e engendramento que leva a modificar ou desenvolver sistemas próprios.

- a facilidade que percebi em montar um sistema autoral, dado não só o conhecimento de outros sistemas do gênero mas também a um bom conhecimento de aviação de caça inclusive a aviação primordial dos anos 20 .

- alguns ingredientes muito interessantes que eu vi que o Wings Of War possuia,  mas num jogo de cartas, o  que eu acho um tanto limitado e deselegante para jogos de guerra.

E foi um tapa para eu puxar um jogo completo da cartola, neste caso não somente um ‘sistema’ de jogo, mas um jogo completo, incluindo tabuleiro , peças, marcadores….Vou tentar ser breve e sucinto ao expor o desenvolvimento do jogo, espero que consiga.

SISTEMA :

Um jogo de combate de aviões precisa essencialmente de miniaturas dos aviões ,  um método para efetivar as manobras, um método para representar as altitudes, um sistema de dano para as aeronaves, e um método de medição de distancias e orientação das aeronaves.

OS AVIÕES :

Sempre procurando as soluções mais simples, e é especialmente fácil representar aviões da PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL, pois eram biplanos e triplanos, o que proporcionam visuais muito característicos em qualquer miniatura.

Palitos de picolé para as asas recortados em 4 centímetros aproximadamente, colados em cima e em baixo perpendiculares ao eixo de uma seção de espetinho de madeira de 3 centimetros aproximadamente já geram o bom efeito das asas e corpo de um biplano, mais uma pequena seção de palito de picolé no extremo oposto e pronto , o corpo de um avião esta concluído.

Acha pouco ?

Pinte adequadamente, nada de muito sofisticado, simplesmente a cor certa de fundo para cada nacionalidade e rascunhe mesmo que toscamente a pintura de alguns emblemas de nacionalidade e voce terá aviões de primeira guerra muito bem representados para a escala do jogo em questão.

MANOBRAS :

As manobras são dirigidas pela maneira mais óbvia possível, por um baralho de cartas que as representa graficamente, no caso do Wings Of War e mesmo no sistema do Barone além dos tipos das manobras elas são limitadas em quantidade conforme estes tipos.

No meu sistema eu preferi limitar as coisas de maneira um pouco diferente mas com resultados identicos.

Eu não quis desenvolver um baralho para cada aeronave pois exigiria muitas cartas, então cada jogador tem simplesmente um baralho com uma carta para cada manobra, numerada, ele simplesmente escolhe cada manobra que deseja fazer e anota ela pelo numero da carta escolhida, na hora da resolução das manobras cada jogador revela sua linha de manobras anotadas e o combate acontece.

O baralho é então mais uma tabela referencial do que uma ferramenta de uso direto  no jogo.

As limitações quanto ao uso de um tipo ou outro de manobra em sucessão é determinada pela cor da carta, com as manobras mais comuns, como avanço a frente, curvas normais e etc representadas na cor verde, significando que podem ser feitas uma atras da outra conforme a vontade do jogador e sem restrições.

Manobras secundárias são representadas na cor amarela e se usadas uma depois da outra impõem alguma restrição ou teste de pilotagem para se efetivarem adequadamente e as manobras mais radicais como a famosa IMELMANN vem com a cor vermelha para representar toda a dificuldade e restrição que este tipo de manobra impõem.

Em resumo cada jogador escolhe suas 3 manobras e depois revelam uma de cada vez alternando entre os jogadores


ALTITUDES : aqui eu queria a representação espacial das altitudes tomadas pelas aeronaves sem subterfúgios, depois de pensar em uma ou outra maneira de fazer a coisa a solução escolhida foi das mais simples.

Canudos de plastico  cortados em conjuntos de 5 tamanhos vão representar 5 altitudes, um pedaço de espetinho de madeira colado na base hexagonal que sustenta o avião e outro no corpo do proprio avião servem de suporte para encaixe e desencaixe de cada seção de canudo plastico conforme a altitude desejada a representar.

Tudo muito simples.

SISTEMA DE DANO : gostei muito da maneira que Wings of War tratava esta questão,  considerando que uma vez que uma aeronave consiga um alinhamento do seu nariz com uma aeronave adversária ela automaticamente dispara e o dano é simplesmente sorteado em um conjunto de danos premeditadamente balanceados.

De novo não desejava encarecer o jogo então optei por fichas impressas em papel de alta gramatura em tamanho bem pequeno, 1,5 x 1,5 cm.

Inicialmente pensei em fazer um teste de acerto como é característico nos wargames de miniaturas, mas pensei que talvez devido a toda a tridimensionalidade do jogo já fosse difícil conseguir uma linha de tiro válida então seria frustante ainda testar o acerto e não conseguir fazer nada por tempo demais.

E assim a coisa funcionou muito bem.

DISTÂNCIAS E ORIENTAÇÕES DAS AERONAVES :

bem aí nada mais natural que implementar o bom e velho sistema de um tabuleiro com hexagonos, inicialmente pensei em simplesmente jogar sobre uma cenica habitual de wargame com miniaturas, mas vi que a complicação seria excessiva e o rigor totalmente comprometido.

Um tabuleiro hexagonal simplifica e garante exatidão, a distancia entre as aeronaves e a orientação exata em que ela esta mirando ou se dirigindo.

CARACTERÍSTICAS DOS AVIÕES :

para arrematar e dar um diferencial , foram acrescentados características conforme o tipo de aviões usados e conforme algumas características reais que eles possuiam, por exemplo, qualquer curioso ou aficcionado da aviação de caça da primeira guerra mundial sabe que o avião alemão triplano FOKKER era muito manejável, porém perigosoo e fazia curvas especialmente rapidas para a direita devido ao efeito do motor radial, e qualquer sistema que se preze vai tentar por isto no jogo de alguma maneira,  eu dei uma estudada nas características de cada aeronave na internet e pinçei algumas características e engendrei detalhes no jogo que pudessem refletir isto e dar esta cor maior ao jogo.

CONCLUSÃO :

É um jogo que se mostrou muito divertido na partida teste, também é relativamente bem elaborado ao mesmo tempo que simples e muito dinâmico, acho até que poderia se tornar um produto comercial completo em caixa fechada, mas isto não vem ao caso aqui.

Esta matéria é mais para mostrar como é possível não só se divertir com jogos a preços módicos e artesanais, mas também montar por sua própria conta uma espécie de ‘produto’ completo de jogo , capaz de entreter um grupo de pessoas de forma absoluta como qualquer outro bom jogo comercial do mercado.

 
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Publicado por em 15/02/2012 em Geral

 

Lista dos melhores finais de games segundo o Guinness

Semana passada falei sobre finais de games e a discussão foi muito legal nos comentários. Essa semana gostaria de iniciar mais uma discussão polêmica mamilos : qual o melhor final de game na sua opinião?

Questão difícil eu sei. Talvez fosse mais fácil responder qual foi o pior final que você teve o desprazer de assistir. O fato é que o pessoal do Guiness fez uma pesquisa com cerca de 13.000 jogadores e chegou a uma lista. Vamos a ela:

50. Resident Evil 4
49. Star Wars: Knights of the old Republic
48. Ratchet & Clank: a Crack in Time
47. Crysis 2
46. The Elder Scrolls IV: Oblivion
45. Call of Duty: World at War
44. Star Wars: The Force Unleashed II
43. Half-Life 2: Episode Two
42. Super Metroid
41. The Legend of Zelda: Twilight Princess
40. New Super Mario Bros. Wii
39. inFamous
38. Fallout 3
37. Grand Theft Auto: San Andreas
36. Gears of War 2
35. Bioshock
34. Starcraft II: Wings of Liberty
33. Sonic Adventures 2
32. Metal Gear Solid 3: Snake Eater
31. Kingdom Hearts II
30. Mass Effect
29. Super Mario Galaxy
28. Sonic the Hedgehog
27. Metal Gear Solid
26. Assassin’s Creed II
25. Assassin’s Creed
24. Shadow of the Colossus
23. Call of Duty 4: Modern Warfare
22. Kingdom Hearts
21. Uncharted 2: Among Thieves
20. Super Mario Galaxy 2
19. Mass Effect 2
18. Grand Theft Auto IV
17. Portal 2
16. Assassins Creed: Brotherhood
15. Prince of Persia: The Sands of Time
14. Halo: Combat Evolved
13. Halo 3
12. Pokemon Black and White
11. Super Mario Bros
10. Heavy Rain
9. Final Fantasy VII
8. Metal Gear Solid 4
7. Portal
6. Red Dead Redemption
5. God of War
4. Call of Duty: Modern Warfare 2
3. The Legend of Zelda: Ocarina of Time
2. Halo: Reach
1. Call of Duty: Black Ops

Tenho impressão que esse primeiro lugar foi mais devido a popularidade do que a qualidade. Em minha lista o primeiro lugar seria do Red Dead Redemption, e sem dúvida alguma o Bioshock estaria na frente do Assassin’s Creed (que aliás tem um final que é uma merda um tanto quanto sem graça).

E vocês meus amigos, concordam com a lista? Mudariam algo?

Escrevam no comentários!

@feliperecka

See you later, elevator…

Fontes: Meio Bit Games, CVG

 
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Publicado por em 15/02/2012 em Vídeo Game

 

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