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GUERRA DE BRINQUEDO = Flames Of War entre São Paulo e Curitiba

M18HELLCATPor HerrMüller

Enquanto o clube de Wargaming e Miniaturismo TROPAS POLARES de Curitiba rodava seu torneio de WARHAMMER 40K, um dos membros do clube de Wargame de São Paulo aproveitou e veio com o grupo somente para jogar FLAMES OF WAR , jogo de miniaturas ambientado na Segunda Guerra Mundial.
Como as instalações do TROPAS POLARES estavam totalmente comprometidas com o torneio, rumamos para o BUNKER II , espaço caseiro para jogos de guerra na periferia da cidade.

Acompanhe o relato da partida principal em que uma companhia mecanizada norte-americana enfrenta uma companhia de infantaria germânica em uma ‘partida limpa’ .

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Publicado por em 30/07/2014 em Geral

 

GUERRA DE BRINQUEDO = Reduzindo as dimensões do jogo de mesa

Russian_Tanks_AFV_28mm_Wargame_World_War_2_WW_IIPor HerrMüller

Como dizia o gÁucho : Não ta morto quem peleia ! Na cultura atual, com toda a tecnologia e modernidade, os temas da moda são fantasia e ficção, e até nos jogos de guerra, o último bastião de resistencia, os temas não tratam mais de Napoleão, Guerras  Mundiais, ou o Império Romano, as ‘histórias’ da vez tem naves espaciais e monstros mágicos como protagonistas….  e é cada vez mais difícil encontrar parceiros de jogo disposto a se debruçar sobre a mesa analisando as táticas militares a tomar com seu exército de miniaturas, se ele não contiver algum poder mágico, ou tecnologia futurista que lhe conceda poderes especiais… Mas, teimando e ‘peleando’ aqui e ali, ainda conseguimos resgatar alguns sobreviventes e manter vivo o segmento dos jogos de guerra com miniaturas com cunho histórico. Também por este motivo, da dificuldade toda em conseguir sustentar este ramo clássico dos jogos de guerra, é que montamos uma partida sobre uma mesa de jogo de tamanho reduzido, usando as mesmas miniaturas da escala de 1:100 para jogos da Segunda Guerra Mundial num campo de batalha com metade do tamanho , caindo do habitual 1,80 x 1,20 metros para 90 x 60 centímetros.Algumas adaptações para um sistema notório, no caso o Flames Of War, especialmente no que se refere as ‘medidas’ como movimento, alcance das armas , etc, e esta feito ! Uma mesa pequena, fácil de montar, com quantidade de peças fácil de transportar, que pode ser apresentada em mais lugares e ocasiões. As peças de cenário quase não sofreram alterações, basta reduzir as bases que formam um bosque, usando as mesmas arvores individuais sobre eles, os campo de cultivo também podem ter área mais reduzida, e as estradas e rios serem um pouco mais estreitos. Um detalhe particular pode ficar por conta em adequar regras para trabalhar com  o ‘contingente’ reduzido de cada exército, pois como serão normalmente usadas menos bases de miniatura.. Pode-se simplesmente rodar uma partida menor, mas também pode-se simular o mesmo contingente de uma partida grande em uma mesa grande, mudando alguma coisa nas regras e estatísticas das unidades. Nesta versão optamos por somente adequar as medidas para funcionarem na mesa reduzida, mas planejamos em próximas partidas de teste mexer também nestas questões de contingente. Este foi o resultado do

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(imagens meramente ilustrativas)

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Publicado por em 21/07/2014 em Geral

 

GUERRA DE BRINQUEDO = Colecionando Napoleônicos

French_line_infantryman(Por HerrMüller)

O clube de Wargaming & Miniaturismo de Curitiba, abriga muitos colecionadores e entusiastas dos jogos com miniaturas, além de jogadores. Desta vez trazemos ao publico  uma entrevista muito legal e interessante, com um membro do clube que é colecionador zeloso e dedicado e que nesta fase atual do colecionismo esta preparando exércitos da era napoleonica, e que vai nos contar algo a respeito das miniaturas deste período e seu sistema predileto para coloca-las na mesa de jogo e travar as  divertidas e emocionantes batalhas de jogos de guerra com miniaturas das quais gostamos tanto. Acompanhe Mateus Carneiro, falando um pouco sobre o assunto :

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Publicado por em 11/06/2014 em Geral

 

Penny Dreadful – A Serie de TV

@cacorpg é uma fã de seriados e filmes, especialmente quando eles são baseados ou inspirados por livros ou quadrinhos.Pois é através das imagens que a nossa imaginação se fortalece!

Em conversas recentes com o amigo Duncan Salazar (aka: Leandro L. C. E Rodrigues) pedi a ele indicação de novos seriados para assistir o que ele prontamente me deu uma enorme lista, o Leandro como eu assiste tudo sem preconceito só para ter, mais e mais material para se inspirar quando pratica o real oficio de mestrar RPG.

Penny Dreadful é sem dúvida um seriado clássico para quem curte RPG’s diferentes, ele tem uma pegada que pode ser usada tanto um Call of Cthulhu (em especial a serie Cthulhu by Gasligth), ou num Castle Falkenstein, ou ainda se preferir um Victorian Age: Vampire, mas é impossível para um bom nerd (um bom nerd é aquele que tem múltiplas nerdices ocupacionais) não observar o seriado com os olhos do grande Alan Moore em sua aclamada The League of Extraordinary Gentleman.

Em Penny Dreadfull, temos no elenco principal:

  • Timothy Dalton como Sir Malcolm Murray, experiente explorador da África negra, a quem não podemos deixar de associar com o Sir Allan Quartermain, Sir Murray é também o pai de Mina Murray (Aka: Mina Harkey, na Liga)
  • Eva Green como Vanessa Ives, enigmática e misteriosa Miss Ives é única personagem do seriado a quem não pude associar diretamente com alguém histórico, ela é o elo sobrenatural que une os demais personagens através de suas visões e de uma possível alusão com um demônio.
  • Josh Hartnett como Ethan Chandler, Charmosos, jovem e rápido no gatilho, na versão para o cinema da Liga ele poderia ser Tom Sawyer, mas qualquer personagem do velho oeste completaria esta figura.
  •  Harry Treadaway como Victor Frankenstein, O dr. Frankestein dispensa apresentações, como na versão relatada por Mary Shelley, este seriado também é um excelente e inspirador tema para mestres e jogadores de Promethean: The Created, mostandro as agruras de ser o monstro ou criador.
  • Reeve Carney como Dorian Gray, como a personagem criada por Oscar Wilde, Dorian é um jovem charmosos, confiante enigmático e sem duvia com o passar do tempo se mostrara cruel.

Todavia com tantos elementos, fantasioso, fantásticos ou ficcionais o seriado é bem “pé no chão” mostrando a Londres Vitoriana de 1891, como ela era, suja com grandes diferenças equalitarias, com a tuberculose tomando seu quinhão da população como o grande mal referido no seriado como “the comsuption”, e as ruas repletas de medo e pobreza. Jack the Ripper ( Jack o estripador) é citado várias vezes em passagens deslocadas ao longo do tema principal, que consiste na busca de Sir Murray em localizar sua filha Mina que se encontra em poder de uma criatura imortal muito poderosa (Drácula??!!).

Penny Dreadful vale a pena assistir pelos seus inúmeros elementos que podem trazer muita inspiração a mestres e jogadores, ajudando os mais inexperientes a conhecer uma pouco mais da realidade de alguns dos grandes cenários de RPG, com uma dose mais real em seus jogos.

Game On!

 
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Publicado por em 09/06/2014 em RPG

 

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GUERRA DE BRINQUEDO = Warhammer 40K com modelos de papel

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Por HerrMüller

Warhammer 40K, o jogo de guerra com miniaturas, de tema futurístico, mais famoso do mundo, não é bem a minha praia, mas também é divertido, ele usa miniaturas 28mm, o que pode fazer com que algumas miniaturas de veiculos e monstros fiquem bastante grandes e consequentemente bastante caras !
Por tanto, eu montei um exército meio frankstein, usando soldadinhos de plastico, com a base no padrão do jogo e uma pintura mais ou menos, e veículos de PAPEL ! , retirados da rede de computadores mundo afora,  ficou barato e foi relativamente fácil de fazer, para jogar com outros parceiros que tem as miniaturas corretas e exércitos totalmente pintados,  o efeito geral na mesa de jogo é bem satisfatório,  acaba sendo melhor do que jogar com peças originais SEM PINTURA, coisa que é muito corriqueira de se ver entre os adeptos do warhammer ….

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Publicado por em 02/06/2014 em Geral

 

Segundo campeonato Android:Netrunner Curitiba

Ontem aconteceu o segundo campeonato de Android:Netrunner aqui em Curitiba, na Manticore. Os três primeiros colocados do primeiro campeonato ficaram nas mesmas posições (Napoleão em primeiro lugar, eu em segundo, e André Modtz em terceiro). Assim como da primeira vez, a última rodada foi disputada entre eu e o André, empatamos, e eu venci no desempate graças a ter pego adversários mais difíceis ao longo do campeonato…

Usamos o sistema suiço, onde a cada turno os emparelhamentos são feitos de acordo com a posição atual no campeonato – o líder joga com o segundo, o terceiro com o quarto, etc. As partidas não se duplicam: caso alguém pegue novamente um mesmo adversário, fica com o seguinte na lista.

Claro que isso faz o campeonato ficar bastante tenso no final, pois se você tem chance de ganhar algum prêmio, estará disputando com gente muito forte. Na última rodada havia umas sete pessoas ainda com chances de serem premiadas!

Os prêmios foram as duas caixas, um mat (foto acima) e uma carta especial da HB – quatro itens para serem distribuídos para os quatro primeiros. O primeiro colocado escolhia um desses prêmios, depois o segundo, etc. Além disso, todos receberam uma bela carta promo do Wyldside.

Haviam 11 concorrentes, 1 a mais que o primeiro (mas alguns jogadores importantes tiveram compromissos de última hora cof cof cof…). Bacana que houve iniciantes que venceram várias partidas – nosso amigo Geovanni, que mal havia jogado o jogo, venceu metade das partidas de que participou, o que prova que é bobeira ter medo.

As facções estavam mais diversificadas que a primeira vez. Até houve um doido jogando com o Noise… Os três primeiros lugares foram assim:

Napoleão – 2 derrotas em 10 jogos – Corp Jinteki Personal Evolution, Runner Shaper Professor

Comentários: Assim como no primeiro campeonato, um deck avassalador de Corp. Embora com a mesma identidade, muito diferente, ainda mais agressivo. Pedreira. O runner foi diferente, muito arriscado, muito ousado, e perdeu só duas partidas. Parabéns ao Napoleão pela coragem de fazer um deck tão difícil de pilotar – e ter vencido!

Gustavo – 3 derrotas em 10 jogos – Corp NBN Making News, Runner Criminal Andromeda

Comentários: Os mesmos decks que o primeiro campeonato, mas muito melhores. A Andromeda, que havia me dado apenas uma vitória no primeiro campeonato, venceu 3 desta vez. Ainda faltam alguns pequenos ajustes. O NBN eu simplesmente adoro, e fiquei perto, coisa de um minuto, de terminar invicto (perdi uma, poderia ter terminado com um empate de tempo).

André Modtz – 3 derrotas em 10 jogos – Corp Weyland Because We Build It, Runner Shaper Kit

Comentários: Jogo muito contra esses decks, o Weyland é fabuloso, difícil de vencer e funciona bem contra meu tipo de runners… A Kit também é excelente, muito versátil. Interessante que venci por que consegui, mais por sorte do que por juízo, deixar o runner quase sem dinheiro.

O quarto colocado foi o Douglas Barcena, mas não joguei contra ele e não sei como estava os seus decks.

Nosso próximo campeonato, sem data definida, será feito com identidades sorteadas – para nos forçar a sair do campo de conforto. Os que estavam presentes sortearam as identidades futuras, e eu fiquei com a HB Engineering the Future, que não tenho nenhuma familiaridade, e de Runner o Iain Stirling, onde tentarei inventar algo novo. Pelo menos escapei do Weyland Because We Build It…

 

 
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Publicado por em 02/06/2014 em Geral

 

GUERRA DE BRINQUEDO = Roma X Cartago !

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Por HerrMüller

No clube TROPAS POLARES de Curitiba novamente !
E desta vez trago mais uma guerra de brinquedo ‘sui generis’ , usando um conjunto de miniaturas feitas a mão, que usa pregos, percevejos, massa epóxi e outras sucatas na sua confecção.
Pequenos e rústicos, mas devidamente caracterizados exércitos de massinha para o período da antiguidade, que compreende os periodos antes da idade média e da era comum ….

As peças tem uma configuração de quantidade e visual que permitem montar exércitos diversos para o periodo antigo, como Romanos, Gregos, Macedônios, Cartagineses , etc … usando para isto :
O ágil, leve e dinâmico, mas muito consistente sistema de combate  : DE BELLIS ANTIQUITATIS ,
Roma entra no campo de batalha para enfrentar a invasão Cartaginesa que ameaça sua fortaleza…

A batalha foi muitíssimo acirrada, os Cartagineses estiveram por muito tempo a um passo da derrota, mas lentamente, e após a derrubada do general inimigo, conseguiram reverter a situação e acabaram vencendo o inimigo.
Foi muito divertida, e bastante emocionante, acompanhe abaixo o relato do combate ou divirta-se apreciando as fotos !

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Publicado por em 09/05/2014 em Geral

 
 
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